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Novo governo

Rigoni recusa secretaria, mas Casagrande não desiste de atrair aliado

Deputado federal não reeleito não quis comandar Ciência e Tecnologia, mas governador pretende alocá-lo em outra pasta

Publicado em 27 de Dezembro de 2022 às 18:00

Públicado em 

27 dez 2022 às 18:00
Letícia Gonçalves

Colunista

Letícia Gonçalves

lgoncalves@redegazeta.com.br

Deputado federal pelo União Brasil, Felipe Rigoni defende um novo ciclo no governo do Estado
Deputado federal pelo União Brasil Felipe Rigoni  Crédito: Billy Boss/Câmara dos Deputados
Como a coluna mostrou, o deputado federal não reeleito Felipe Rigoni (União Brasil) "mergulhou" e não diz, publicamente, o que vai fazer a partir de 1º de fevereiro, quando vai estar sem mandato. Ele era cotado para a Secretaria de Ciência e Tecnologia do governo Renato Casagrande (PSB), mas também recebeu convite, de acordo com pessoas próximas ao parlamentar, para trabalhar na gestão de Tarcísio de Freitas (Republicanos), em São Paulo.
Casagrande confirmou à coluna, em entrevista na Rádio CBN Vitória nesta terça-feira (27), que chamou Rigoni para a Ciência e Tecnologia, mas o deputado recusou a proposta.
"Fiz o convite, sim. Rigoni, num primeiro momento, tinha outros projetos. Mas continuo conversando com ele para que ele possa, de alguma maneira, colaborar com o governo em alguma posição. Não é uma conversa encerrada", afirmou o governador.
A coluna quis saber se a ideia é alocar o futuro ex-deputado em outra secretaria. "É para que ele ocupe outra secretaria. Tem alternativas e temos conversado com ele", respondeu Casagrande.
Faltam ser anunciados os titulares de Ciência e Tecnologia; Meio Ambiente; Turismo e Trabalho e Assistência Social.
Dessas, a que tem mais chances de Rigoni ser convencido a aceitar, conforme a coluna apurou, é o Meio Ambiente. 
O deputado tem uma atuação, na Câmara, mais voltada à Educação, mas o governador já anunciou que Vitor de Ângelo, o atual secretário, vai seguir no cargo.
De novo, Rigoni não atendeu a coluna nesta terça. Pode ser que, no fim das contas, ele não integre o primeiro escalão de Casagrande. Além da proposta na administração de Tarcísio, ele tem convites para atuar na iniciativa privada.
AMIGOS E RIVAIS
Rigoni foi eleito deputado federal em 2018 pelo PSB e é próximo à família do governador. Vitor Casagrande, filho do chefe do Executivo estadual, chegou a ser chefe de gabinete do deputado.
Em 2022, entretanto, Rigoni deu uma guinada. Lançou-se pré-candidato ao Palácio Anchieta. Fez críticas à atual gestão e concluiu que o ciclo de Casagrande e do ex-governador Paulo Hartung revezando-se no poder havia chegado ao fim.
Depois, não conseguiu viabilizar-se na corrida, desistiu e decidiu tentar a reeleição. No primeiro turno, não apoiou ninguém para o governo estadual.
Já no segundo, protagonizou um ataque frontal ao adversário de Casagrande, Manato (PL), auxiliando a campanha do socialista. A partir daí, as apostas de que o deputado não reeleito integraria o futuro governo aumentaram.

Letícia Gonçalves

Graduada em Jornalismo pela Universidade Federal do Espirito Santo, ingressou na Rede Gazeta em 2006, como estagiaria no Gazeta Online/ CBN Vitoria. Em 2008, passou a atuar como reporter da radio. Em 2012, migrou para a editoria de Politica de A Gazeta, tambem como reporter. Exerceu a funcao de editora-adjunta de 2020 ate 2021, quando assumiu a coluna Leticia Goncalves.

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