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Produção científica

Observatório das Metrópoles é uma das maiores redes nacionais de pesquisas

Por meio da coordenação do Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN) o Espírito Santo e a Região Metropolitana da Grande Vitória (RMGV) se fazem presentes há mais de dez anos no Observatório das Metrópoles

Publicado em 21 de Junho de 2023 às 00:20

Públicado em 

21 jun 2023 às 00:20
Pablo Lira

Colunista

Pablo Lira

pabloslira@gmail.com

Hoje no Brasil cerca de 85% da população vive em áreas urbanas, conforme indicam dados do Instituto Brasileiros de Geografia e Estatística (IBGE). Mais de 57% dos brasileiros residem em regiões metropolitanas, aglomerações urbanas e regiões integradas de desenvolvimento, segundo informações do Fórum Nacional de Entidades Metropolitanas (FNEM). Esses territórios concentram 70% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. Vale ressaltar que a metropolização é o estágio mais avançado do fenômeno urbano.
Nessa semana acontece no Rio de Janeiro o “Seminário Nacional Reforma Urbana e o Direito à Cidade”, organizado e promovido pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) Observatório das Metrópoles. Esse INCT se caracteriza como uma das maiores redes nacionais de pesquisa, atuando na fronteira da produção científica sobre os desafios urbanos e metropolitanos que influenciam o desenvolvimento nacional.
Para conceber e implementar ações estratégicas para o desenvolvimento do país é relevante compreender as transformações na ordem urbana, bem como as relações entre sociedade, economia, Estado e os espaços metropolitanos. Esse é um dos nobres propósitos do Observatório das Metrópoles, estudar e compreender os desafios metropolitanos, com base em evidências científicas, para subsidiar a elaboração e aprimoramento de políticas públicas no campo do planejamento, governança e gestão urbana, habitação, mobilidade urbana, saneamento básico, segurança pública, gestão de áreas de risco, entre outras áreas.
O Observatório é coordenado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e congrega mais de 400 pesquisadores vinculados a instituições de pesquisa e ensino superior, distribuídos em 18 núcleos regionais da rede nacional de pesquisa, com cobertura em todas as cinco grandes regiões: Norte, Sul, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste.
São mais de duas décadas de produção científica em favor do desenvolvimento do Brasil. Em 2014, por exemplo, o Observatório das Metrópoles realizou a produção histórica de uma coleção de livros que abordavam a temática “Metrópoles: território, coesão social e governança democrática”.
Em 2022, outra coleção marcou a profícua produção da rede de pesquisa, intitulada “Reforma Urbana e o Direito à Cidade”. O atual projeto da rede, “As Metrópoles e o Direito à Cidade na inflexão da ordem urbana brasileira”, é coordenado pelo professor Dr. Luiz Cesar de Queiroz Ribeiro (UFRJ). Todo esse rico material sobre os espaços metropolitanos está disponível para acesso livre no site www.observatoriodasmetropoles.net.br.
Imagens de drone na Grande Vitória
Imagens de drone na Grande Vitória Crédito: Luciney Araújo
Por meio da coordenação do Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN) o Espírito Santo e a Região Metropolitana da Grande Vitória (RMGV) se fazem presentes há mais de dez anos no INCT Observatório das Metrópoles. O IJSN integra esforços com pesquisadores das maiores instituições de ensino superior do Espírito Santo, como a Universidade Vila Velha (UVV) e Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes).
Nesse sentido, o Espírito Santo e a RMGV constam no mapa da pesquisa científica nacional, o que contribui para trocar experiências e pensar os caminhos para a superação dos desafios metropolitanos.

Pablo Lira

Pos-Doutor em Geografia, mestre em Arquitetura e Urbanismo (Ufes), pesquisador do IJSN e professor da Universidade Vila Velha (UVV). Escreve as quartas

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