Guilherme Napolitano nunca esteve tão em alta. Ele atendeu a coluna às 23h50 de um dia da última semana e ficou até quase 1h da madrugada seguinte ao telefone. Na ocasião, havia acabado de voltar de uma viagem que fez ao Jalapão e ia emendar a trip com um trabalho em Belo Horizonte, em Minas Gerais. Ele conta que, depois do sucesso no
BBB 20, a falta de privacidade é uma das únicas coisas que o incomodou com a chegada da fama.
"A falta de liberdade me incomoda muito. Às vezes procuro ficar um pouco off das redes sociais e os fãs até já perceberam isso. Não que me faça mal, mas às vezes é bom sentir aquilo que eu sentia antes do
BBB. Se guardar, ter o momento fora da internet, também é bom. A falta de privacidade afetou minha saúde mental, principalmente no começo. Com o tempo, você vai aprendendo a lidar mesmo", confidenciou.
Segundo ele, a própria viagem ao Jalapão foi uma válvula de escape da rotina corrida que tem em São Paulo. Alguns pontos do roteiro não tinham nem sinal de telefone direito e o bonitão aproveitou para descansar do frenesi digital. “Tem hora que quero fazer as coisas por fazer e não para mostrar. Aproveitei muito esse tempo no Jalapão. Não fui para lá só para postar e mostrar na internet”, falou.
Não bastasse o assédio, que só aumenta por parte de quem virou fã do modelo desde quando ele protagonizou na telinha da
Globo, o quanto uma pessoa está disposta a mostrar sua admiração é outro ponto que surpreende Guilherme.
"Falo que me chocou muito, que eu nunca imaginei, é que tiveram pessoas que fizeram tatuagem com meu rosto. Isso é uma demonstração de muito amor e carinho e sempre falo que tem que ter responsabilidade, porque tatuagem é para sempre. Mas sou muito grato. Ah, e já ganhei um cachorro também (risos). Eu e a Gabi (Martins)", afirmou.
Inclusive sobre a cantora, que foi colega de confinamento no reality, ele ainda ponderou: “A gente está levando a nossa relação. Deixando as coisas acontecerem e, claro, que o que for pra acontecer vai acontecer”.
“A mãe dela sempre me defendeu. E a pessoa que mais quer o bem é a família. E a família, que acompanhou de verdade, viu como eu cuidava dela (Gabi). E ela mesma, depois, falou em relação a isso. E nem todo mundo tem oportunidade de acompanhar a casa 24h para ter uma opinião precisa. A edição, com os cortes, acaba trocando a opinião da pessoa. E a opinião dessa mesma pessoa pode mudar se ela acompanhar o reality não só pela edição”, retrucou.
E Guilherme tanto sustenta seu posicionamento que, mesmo agora, depois de saber do que o público gostou ou não dentro da casa, diz que não mudaria nada do que fez em sua trajetória. “Nossos erros fazem a gente amadurecer. Não posso falar que mudaria algo, porque todas as coisas que eu fiz não foram com a intenção de errar. Mas o ser humano erra e não me arrependo, porque aprendi com todos os meus erros. E se não tivesse aprendido, repetiria alguns deles”, concluiu.
Depois dos mais recentes trabalhos e de ter posado em cliques para lá de sensuais no Jalapão, o modelo diz que os fãs podem esperar mais coisas boas vindo aí. E ele ainda confidenciou sobre uma possível visita ao
Espírito Santo: "Nunca fui e espero conhecer. Tenho conhecido muitos lugares no Brasil. Estou aproveitando bastante as belezas daqui e sempre surgem trabalhos. Então, aproveito alguns dias por onde passo. Se Deus quiser, vou ter a oportunidade de conhecer o Espírito Santo".
Na última quinta (26), o Quinta das Estrelas, projeto artístico desenvolvido no Salome Bar, na Barra da Tijuca, no
Rio de Janeiro, recebeu o cantor Sylvinho Blau-Blau. O artista de 61 anos de idade se jogou no rock nacional dos anos 1980 e agitou o ambiente, que também foi frequentado por outras personalidades cariocas na ocasião. As fotos enviadas à coluna são do fotógrafo Fred Pontes.