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Networking

Startups fazem parceria com Fonte, hub da Rede Gazeta, e ganham força na comunicação

Oito empresas que fazem parte do projeto piloto estão utilizando o espaço físico do Fonte. O objetivo é dar visibilidade e desenvolver o ecossistema de inovação do Estado, além de entregar valor no desenvolvimento dos negócios dessas startups

Publicado em 19 de Abril de 2023 às 19:34

Públicado em 

19 abr 2023 às 19:34
Pelo mercado

Colunista

Pelo mercado

mperini@redegazeta.com.br

Um pacote de benefícios foi desenhado especialmente para este tipo de negócio Crédito: Fonte/ Divulgação
Dar luz ao ecossistema de inovação do Estado e visibilidade às startups que estão se lançando no mercado, proporcionar networking com possíveis clientes e investidores e, principalmente, ganhar força e criar uma estratégia de comunicação, que é o “core” da Rede Gazeta.
Esses são alguns dos valores que oito startups do Estado encontraram em uma parceria firmada com o Fonte, hub de inovação da Rede Gazeta. Um pacote de benefícios foi desenhado especialmente para este tipo de negócio com o objetivo de utilizar a autoridade da Rede Gazeta em comunicação para entregar valor às startups no desenvolvimento de seus negócios. Tudo realizado de forma estratégica para o mercado capixaba, especialmente no relacionamento da marca com seu público-alvo.
Coletivo Beer, bizBuilder, Easy Bee, Green Eco Bank, Luma, Tributação Médica, Takeat e Em busca do Vinho são as oito participantes do piloto, mas a ideia é que esse time cresça cada vez mais.
“Queremos que esse projeto seja algo perene, já que a expertise da Rede Gazeta é comunicação e a criação de um hub de inovação aberta dentro da organização pressupõe conexões e parcerias para o desenvolvimento do Estado, que é nosso propósito maior”, explica o diretor de Inovação e Novos Negócios da Rede, Dudu Lindenberg.
“Estamos muito felizes com esse novo projeto idealizado pela Leticia (Lima, gerente de inovação), e que rapidamente tomou conta de toda a empresa”, acrescenta ele, chamando a atenção para o ganho de valor também por parte da Rede Gazeta.
“Acreditamos que entregando mais valor para as startups parceiras, muitas outras virão, mas nós também ganhamos com essa conexão, em aprendizado e geração de novas ideias. É um projeto ganha-ganha. É bom pra Gazeta, para as startups, para os parceiros do Fonte e para todo o amadurecimento do ecossistema de empreendedorismo e inovação do Estado e do país”, acrescenta.
Com quatro diferentes planos, o programa se baseia em cinco pilares: capacitação, conexão, mídia, estrutura e vantagens. E as startups podem escolher o “combo” que mais se encaixa às suas necessidades, dentre eles o suporte no desenvolvimento da marca, participação em eventos da Rede, desconto para anunciar nos veículos da casa, conteúdo patrocinado, Clube A Gazeta, coworking do Fonte e muito mais.
Letícia Lima, gerente de inovação da Rede Gazeta
Letícia Lima, gerente de inovação da Rede Gazeta, é a mãe do projeto. "Esse projeto é o primeiro passo pra gente manter o espaço físico do hub vivo, com pessoas circulando e trocando conhecimento" Crédito: Divulgação
“A proposta elaborada foi construída ouvindo as dores dessas empresas que estão se lançando no mercado e precisam de ajuda. A partir de então chamamos um grupo de especialistas da Rede e criamos soluções personalizadas para atender esses nossos parceiros”, explica a gerente de inovação da Rede, Letícia Lima.
Mãe do projeto, Letícia explicou que esse piloto é o nascimento da primeira comunidade do Fonte. “Esse projeto é o primeiro passo para a gente manter o espaço físico do hub vivo, com pessoas circulando e trocando conhecimento. A cocriação é o grande aprendizado que o ecossistema de inovação nos ensinou. Estamos começando com startups, mas queremos criar novas comunidades, relacionadas ao marketing, agências de publicidade, assessorias de imprensa, produção de conteúdo… São muitas as possibilidades e todos ganhamos”, acrescenta.
A gerente de Desenvolvimento Comercial, Carla Sobreira, umas das responsáveis pela criação dos planos oferecidos para as startups, chama a atenção para a possibilidade de potencializar negócios com credibilidade e a chancela da Rede Gazeta. “A ideia é potencializar o negócio desses parceiros por meio de conexões com stakeholders que conquistamos ao longo dos nossos 95 anos de história, atuando em comunicação nos mais diferentes formatos, e da produção de conteúdo que está no nosso DNA”, explica.
A partir de hoje, a Coluna Pelo Mercado vai traduzir o objetivo e o modelo de negócio de cada uma das startups parceiras do Fonte, começando pela LUMA, que você confere abaixo.

Luma ensino
A LUMA conta com 150 professores que atendem alunos dos ensinos fundamental e médio, de forma individual e interativa Crédito: Reprodução/ Instagram

LUMA - startup de ensino digital oferece aula particular e método para o aluno potencializar o que tem de melhor

Resolver três problemas com uma única solução. O drama de muitos pais, que muitas vezes não sabem o que fazer - e não têm tempo - quando recebem notas baixas de seus filhos em algumas disciplinas. A dor das escolas que não conseguem identificar a dificuldade de um aluno específico no meio de uma sala cheia. E, principalmente, a aspiração do próprio estudante que quer potencializar aquilo o que tem de melhor, mas não consegue, em meio a muitos colegas, ser tratado como único, na sua individualidade.

Essa é a proposta da LUMA, uma startup de ensino digital individualizado, que pretende ser uma ponte para resolver essas três dores. “Nossa missão é melhorar a vida das pessoas por meio do ensino individualizado. Queremos auxiliar no desenvolvimento escolar e de vida dos alunos, criando uma rotina de estudos. Na metodologia da LUMA o professor se adapta a cada aluno e o ajuda a se conhecer como pessoa, a potencializar aquilo que tem de melhor. Entendemos a forma que ele assimila o conhecimento e focamos nisso. Com o tempo, ele passa a se sentir mais confiante e a tirar notas melhores, passa a performar melhor e seu desempenho só melhora”, explica Murilo Carvalho, que fundou a startup com Júlio Bonella.

Os dois eram professores particulares, mas também usaram as experiências do mercado financeiro (Murilo) e do setor de energia (Júlio) para criar esse novo modelo de negócio. “Infelizmente, o Brasil não tem uma cultura de atendimento individualizado. Queremos mudar isso. Na Ásia, por exemplo, 95% dos estudantes têm aulas particulares. Nos EUA, esse percentual chega a 50%. Aqui, as pessoas associam aula particular a algo negativo. Algumas escolas entendem que não estão fazendo sua parte. E os pais acham que o problema está com seus filhos. Só que não é nada disso. Basta trabalhar o potencial de cada um individualmente”, acrescenta.

A LUMA conta com 150 professores que atendem alunos dos ensinos fundamental e médio, de forma individual e interativa. São planos mensais de aulas particulares, para que o aluno possa potencializar o que ele tem de melhor. “Muitas vezes um aluno acha, por exemplo, que nunca vai aprender matemática. Isso não existe! Nosso professor descobre como passar a matemática da forma que ele aprende e tudo deslancha”, conclui.

Ficou interessado? É só entrar nesse link -  conecta.bio/lumaensino

Murilo, da startup LUMA
Murilo, um dos fundadores da startup LUMA: "Nossa missão é melhorar a vida das pessoas por meio do ensino individualizado" Crédito: Divulgação

Lançamento do 31° Recall de Marcas  contará com palestra sobre a criação de marcas imbatíveis

Claudio Rabelo, professor de publicidade e propaganda da Ufes
Cláudio Rabelo, coordenador do curso de Publicidade e Propaganda da Ufes, fará uma palestra com base no seu livro "A Estratégia do Cafezinho: como transformar produtos em marcas imbatíveis" Crédito: Divulgação
As marcas mais lembradas do Espírito Santo em 2023 serão anunciadas no lançamento do 31° Recall de Marcas. O evento vai reunir o mercado publicitário capixaba na próxima terça-feira (25), às 8h30, no auditório da Rede Gazeta, onde serão apresentados os resultados da pesquisa.
O Recall é uma pesquisa consolidada no mercado capixaba e serve de parâmetro para que empresas, órgãos e instituições entendam como se fixaram na memória do público. A pergunta que norteia o estudo é: "Quando eu falo em (segmento), que marca lhe vem à cabeça?".
O levantamento, com a chancela da Futura Inteligência, realizou entrevistas na Grande Vitória. Várias marcas foram mencionadas no processo de entrevistas. A pesquisa envolve a percepção dos capixabas em 85 segmentos.
O evento também contará com uma palestra enriquecedora para o mercado, conduzida por Cláudio Rabelo, coordenador do curso de Publicidade e Propaganda na Ufes. O tema será “A estratégia do cafezinho: como transformar produtos em marcas imbatíveis", título do último livro lançado pelo professor, que está entre os mais vendidos na categoria “Negócios” do PublishNews.
“O café parece algo simples, mas é um commodity que movimenta um complexo mercado global; desperta a atenção; é multissensorial; é versátil nas entregas e geralmente reúne pessoas em torno dele. Essas características ajudam a explicar os principais elementos da publicidade, como marketing, branding, user experience e estratégias de growth”, explica.

Pelo mercado

A jornalista Mariana Perini e o time de conteudo do Estudio Gazeta trazem as novidades do mercado publicitario e da comunicacao, com cases e tendencias que se destacam dentro e fora do Estado

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