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Decisão

Casal que é réu por furto milionário no ES vai aguardar sentença na prisão

Justiça aponta riscos de que eles permaneçam em liberdade, considerando que a prisão foi no Rio Grande do Sul e que o plano era seguir para o Uruguai

Publicado em 23 de Junho de 2025 às 03:30

Públicado em 

23 jun 2025 às 03:30
Vilmara Fernandes

Colunista

Vilmara Fernandes

vfernandes@redegazeta.com.br

Casal furto banco
Crédito: Arte - Camilly Napoleão com Adobe Firefly
A Justiça do Espírito Santo decidiu que o casal que realizou um furto milionário em um banco localizado na Praia do Canto, em Vitória, de onde foi levado R$ 1,5 milhão, vai permanecer preso até a sentença. Na decisão foi lembrado que os réus fugiram para o Rio Grande do Sul, onde foram detidos, e que o plano revelado em depoimento era de seguirem para o Uruguai. 
O que demonstra, segundo o juiz Daniel Peçanha Moreira, da 2ª Vara Criminal de Vitória, a intenção de se ausentarem do país. “Ficando evidente a necessidade de manutenção da prisão cautelar”, disse em resposta ao pedido de liberdade provisória solicitada pela defesa.
Eduardo Barbosa de Oliveira, 43, e Paloma Duarte Tolentino Arruda, 29, foram detidos pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na cidade de Santa Maria, após percorreram cerca de 2 mil quilômetros com R$1,5 milhão levado de uma agência do Banco do Brasil. A informação é de que tentavam alcançar a fronteira em direção ao Uruguai.
Ao manter a prisão o magistrado informou que o casal permaneceu detido durante todas as etapas do processo, que se encontra na fase em que a acusação e os advogados de defesa vão apresentar seus argumentos finais para que ocorra a sentença.

O furto

Após ser detido no Sul do país, o casal foi trazido para o sistema prisional capixaba. Ele foi conduzido ao Centro de Detenção Provisória de Viana 2 (CDPV2) e ela foi para o Centro Prisional Feminino de Cariacica (CPFC).
Eles foram denunciados pelo Ministério Público do Espírito Santo (MPES) por furto qualificado e lavagem de dinheiro.  Eduardo era funcionário há 15 anos do banco, atuando em uma agência na Praia do Canto onde exercia a função de tesoureiro. Ele teria tido apoio de sua companheira, Paloma. Segundo o MPES, eles agiram de forma premeditada.
“Em comunhão de desígnios e de forma premeditada, mediante abuso de confiança, subtraíram aproximadamente R$1,5 milhão em moeda nacional e em moeda estrangeira do Banco do Brasil”, relata o texto.
Após a prisão, o carro foi revistado e houve a apreensão de R$763.438,00 (reais), US$41.940 (dólares) e €70.700 (euros), tudo em espécie, relata a denúncia.
A defesa do casal não retornou aos contados da coluna, mas o espaço segue aberto a manifestação. 

Vilmara Fernandes

E jornalista de A Gazeta desde 1996. Antes atuou em A Tribuna. Foi reporter nas editorias de Politica, Cidades e Pauta. Foi Editora de Pauta e Chefe de Reportagem. Desde 2007, atua como reporter especial com foco em materias investigativas em diversas areas.

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