A venda desta cocaína para outros países, caso não tivesse sido apreendida, alcançaria cifras altas, entre R$ 40 milhões e R$ 720 milhões. O valor oscila de acordo com o preço do quilo, que vai de R$ 10 mil a R$ 180 mil, dependendo do grau de pureza.
Nos portos do Estado toda a droga localizada pela Polícia Federal foi cocaína, em volume que vem aumentando ao longo dos anos. É o que revelam informações obtidas pela Lei de Acesso à Informação, pela equipe do Fiquem Sabendo, agência de dados especializada no acesso a informações públicas.
O navio estava sendo monitorado pela Polícia Federal, em cooperação policial com outros países, que culminou em apreensões anteriores nos portos de Santos, Tenerife (Espanha) e Hamburgo. Uma denúncia alertou os policiais de que a embarcação estaria sendo usada para
transportar drogas e entorpecentes do Brasil para a Europa.
Já no Aeroporto de Vitória houve variedade entre os entorpecentes apreendidos. Foram localizados quilos de cocaína — em volume maior —, além de haxixe e maconha.
Foi em meio aos passageiros que transitavam pelo aeroporto que foi encontrada
uma droga considerada rara, a cocaína negra. Os 2,7 quilos estavam escondidos em uma mala, entre o forro e a armação metálica. O entorpecente foi descoberto por um cão farejador da Receita Federal.
A mala pertencia a uma estrangeira, cujo nome e nacionalidade não foram divulgados. O que se sabe é que ela iria embarcar em um voo para São Paulo. O destino seria a Índia, na Ásia.