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Vilmara Fernandes

Morte de empresário na Praia da Costa: cinco vão a júri pelo crime

Decisão judicial aponta a existência de indícios de que o crime tenha sido motivado por desvio de recursos da empresa de Wallace Lovato

Publicado em 14 de Abril de 2026 às 14:33

Públicado em 

14 abr 2026 às 14:33
Vilmara Fernandes

Colunista

Vilmara Fernandes

vfernandes@redegazeta.com.br

crime walace lovato
crime walace lovato Crédito: Arte - Camilly Napoleão com Adobe Firefly
Cinco pessoas apontadas como responsáveis pelo assassinato do empresário Wallace Borges Lovato vão a júri popular.
A decisão do Juízo da 4ª Vara Criminal de Vila Velha, que sentenciou as seguintes pessoas:
  • Bruno Valadares de Almeida 
  • Bruno Nunes da Silva 
  • Arthur Laudevino Candeias Luppi 
  • Arthur Neves De Barros 
  • Eferson Ferreira Alves
Também foi mantida a prisão preventiva de todos os acusados pelo crime. No texto judicial é citado a existência de indícios de que o crime tenha sido motivado pelos desvios de recursos da empresa da vítima.
Lovato foi morto no dia 9 de junho do ano passado, quando saía de sua empresa, localizada na Praia da Costa, próximo ao seu carro, quando foi atingido por disparos de arma de fogo.
Na sentença é informado que a motivação do crime foi o desvio de recursos promovido por Bruno Valadares, diretor financeiro da empresa da vítima e apontado como mandante do crime.

JUSTIÇA

Por nota, o assistente de acusação, Rodrigo Horta, que representa a família da vítima, apontou que a sentença traz a descrição da atuação de cada um dos acusados, como mandante, intermediários e executor.


“Com isso os acusados foram encaminhados a julgamento perante o Tribunal do Júri de Vila Velha. A decisão, acertadamente, usou moderadamente os termos e limitou-se a indicar as razões sobre a existência da materialidade e indícios de autoria, sem emitir juízo de certeza sobre o mérito, como determina a legislação”.


Finaliza destacando que compete ao Tribunal do Júri a avaliação dos casos de homicídio. “Uma linguagem mais moderada, nesta fase, é adequada, apesar da barbaridade do crime cometido, conforme apurado pela Polícia Civil e confirmado nos depoimentos em Juízo, por tratar-se de homicídio triplamente qualificado”.


A defesa dos acusados não foi localizada, mas o espaço segue aberto a manifestações.

Vilmara Fernandes

E jornalista de A Gazeta desde 1996. Antes atuou em A Tribuna. Foi reporter nas editorias de Politica, Cidades e Pauta. Foi Editora de Pauta e Chefe de Reportagem. Desde 2007, atua como reporter especial com foco em materias investigativas em diversas areas.

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