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Alto comando

O que está por vir na Polícia Militar do ES com a saída conjunta de 16 coronéis até maio

A mudança expressiva, com troca de 76% dos cargos, terá impacto na atuação da PMES; segundo o comandante, assumem  as vagas coronéis com um perfil mais técnico

Publicado em 04 de Março de 2024 às 05:00

Públicado em 

04 mar 2024 às 05:00
Vilmara Fernandes

Colunista

Vilmara Fernandes

vfernandes@redegazeta.com.br

Mudanças no alto comando da PMES
Mudanças no alto comando da PMES Crédito: Arte: Geraldo Neto
Até o início do próximo mês de maio, o alto comando da Polícia Militar do Espírito Santo (PMES) passará por uma mudança significativa. Dos 21 coronéis que ocupam funções de gestão na Corporação, 14 vão se aposentar. Como outros dois seguiram o mesmo caminho meses antes, vão ser abertas 16 vagas da mais alta patente. E a expectativa é de que outras movimentações ocorram nos meses seguintes.
Os que assumem a nova patente vão encontrar um efetivo que é um dos menores dos últimos dez anos - 7.890 policiais -, segundo o Fórum de Segurança Pública do Brasil. No mesmo período houve aumento populacional, das aglomerações urbanas, da violência, dos conflitos com o tráfico. E pelas regras de aposentadoria dos militares, vão ter por pouco tempo para atuar, no máximo um ano. E isto acontecerá em um cenário de ano eleitoral, que também demanda atenção da Corporação.
O comandante da PM, coronel Douglas Caus, assinala que assumirão o alto comando coronéis com perfis mais técnicos. Característica, afirma ele,  que aliada aos investimentos que vêm sendo feitos — na compra de armas, viaturas, munição, em tecnologia e inteligência, em melhorias na estrutura física das unidades policiais, em concursos e no pagamento de escalas extras —, permitirá oferecer um policiamento mais qualificado e eficiente. “Nossa meta é uma Polícia Militar motivada, treinada, qualificada e precisa”, assinala.
O que está por vir na Polícia Militar do ES com a saída conjunta de 16 coronéis até maio

Quem sai e quem chega

Vão deixar os cargos os coronéis que ingressaram em 15 de julho de 1993. São eles:
  • Robertson Wesley Monteiro Pires - Subcomandante 
  • Celso Luiz Ferrari - Estado-Maior Geral 
  • Marcelo Corrêa Muniz - Controladoria 
  • Roberto Mauro da Rocha - Diretoria de Logística 
  • Giuliano Menegatti  - Diretoria de Administração de Frota 
  • Rodrigo Araújo Bulhões - Diretoria de  de Tecnologia, Informação e Comunicação 
  • Marcio Arantes Burgos - Diretoria de Educação 
  • Welington Barbosa Pessanha - Diretoria de  Saúde 
  • Cristian Felix Tomé - Diretoria de Direitos Humanos e Polícia Comunitária 
  • Mário Marcelo Dal Col - 2º Comando de Polícia Ostensiva Regional 
  • Rômulo Souza Dias - 4º Comando de Polícia Ostensiva Regional 
  • Flávio Pereira Santiago - 5º Comando de Polícia Ostensiva Regional 
  • Paulo Roberto Schulz Barbosa - 6º Comando de Polícia Ostensiva Regional
  • Emerson Caus - Comando de Polícia Ostensiva Especializado 
A mudança que acontece até maio vai abrir espaço para a promoção de 16 coronéis, já que existe uma vaga aberta na Diretoria de Recursos Humanos. O antigo titular, Carlos Alberto Foresti, promovido a coronel em 2023, se aposentou meses depois. E no início do mês passado o coronel Roger de Oliveira Almeida, que ocupava a vaga de corregedor, também encerrou suas atividades.
Pelo quadro de acesso da Corporação, já publicado em boletim interno da PMES, 18 tenentes-coronéis estão na lista de promoção. Apesar de existirem 16 vagas, 17 devem ser promovidos pelo governador Renato Casagrande, considerando que o primeiro ocupa uma função gerencial no Detran. São eles:
  • Cleber Bongestab 
  • Glariston Fonseca Nascimento 
  • Geovanio Silva Ribeiro 
  • Heron Ronan Roman 
  • José Soares de Oliveira Júnior 
  • Marcelo Tavares de Souza 
  • Rogerio Fernandes Lima 
  • Gastao dos Santos Alves Júnior 
  • Fabio Fachetti 
  • Gelson Lozer Pimentel 
  • Marcio Vieira Hollanda 
  • Marcelo Luiz Chiste 
  • Weligthon Nalesso Denadai 
  • Emerson Henrique de Jesus Marques 
  • Pablo Couto Ferreira 
  • Riodo Lopes Rubim 
  • Natanael Cesar Cogo
  • Marcelo Dergos Ribeiro
Mas o impacto das mudanças vai além das questões técnicas. Será preciso administrar também o incômodo do oficialato com a duração do mandato de Caus, que em abril completa quatro anos como comandante, sendo o coronel que mais tempo ficou no cargo desde a redemocratização (a partir de 1985).
Há sempre a expectativa entre as turmas de oficiais de que um deles chegue ao cargo de comandante. Um sonho que por enquanto foi adiado. No início de fevereiro, ao anunciar Eugênio Ricas como o novo titular da Segurança Pública (Sesp), o governador Renato Casagrande informou que Caus permaneceria na função. Como relatou a colunista Letícia Gonçalves, o ocupante deste posto é definido pelo próprio chefe do Executivo.

Vilmara Fernandes

E jornalista de A Gazeta desde 1996. Antes atuou em A Tribuna. Foi reporter nas editorias de Politica, Cidades e Pauta. Foi Editora de Pauta e Chefe de Reportagem. Desde 2007, atua como reporter especial com foco em materias investigativas em diversas areas.

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