O valor foi apreendido em ação realizada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Espírito Santo (FICCO/ES), coordenada pela Polícia Federal. A mulher não comprovou a origem do dinheiro, se limitando a dizer que os valores pertenceriam a outra pessoa.
Está sendo apurado se ela realizou outros saques na mesma conta, listada entre os bens que podem ter sido obtidos em uma suposta comercialização de drogas.
Como a mulher foi liberada, seu nome não foi divulgado. Além do dinheiro, ela teve o celular apreendido para aprofundamento das investigações.
Um deles é apontado como “orientador estratégico da facção” e foi detido durante a realização da Operação Turquia, deflagrada pela Polícia Federal e pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público (MPES).
A defesa de Eduardo Aznar Bichara é realizada pelo advogado Fábio Marçal. Ele informa que segue confiando na justiça e no processo legal e que irá provar durante a instrução criminal que o seu cliente não praticou nenhum ilícito.
“Ele sempre foi um servidor dedicado e honesto, fato este de notório conhecimento no meio policial”, destaca.
O advogado Rafael Almeida de Souza representa o policial Eduardo Tadeu. Informa que a defesa “não foi notificada, intimada, nem teve qualquer ciência oficial acerca da instauração de procedimento policial destinado à apuração do fato em questão”.
A defesa de Erildo Rosa Júnior é feita pelo advogado Frederico Pozzatti. Ele nega a participação do seu cliente nos fatos, assinalando que ele sempre foi um policial atuante contra o tráfico, principalmente contra a facção apontada na denúncia, o PCC.
Os advogados dos demais réus não foram localizados, mas o espaço segue aberto à manifestação.