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Vitor Vogas

Gandini admite ser pré-candidato a prefeito e quer Nathan como vice

Gandini é o candidato do prefeito Luciano Rezende (PPS) à sucessão em 2020, e isso muito dificilmente mudará até lá

Publicado em 18 de Junho de 2019 às 09:55

Públicado em 

18 jun 2019 às 09:55
Vitor Vogas

Colunista

Vitor Vogas

vvogas@redegazeta.com.br

Gandini é o candidato do prefeito Luciano Rezende (PPS) Crédito: Amarildo
O deputado estadual Fabrício Gandini (PPS) confirma: “Sou pré-candidato a prefeito de Vitória”.
Gandini é o candidato do prefeito Luciano Rezende (PPS) à sucessão em 2020, e isso muito dificilmente mudará até lá. Tal certeza deflagra, antecipadamente, especulações a respeito de quem será o vice na chapa de Gandini. E o nome que tem ganhado muita força é o do vereador licenciado Nathan Medeiros (PSB), chefe da Central de Serviços na administração de Luciano, cargo com status de secretário, desde abril.
Precavido, Nathan nega ter sido sondado, em conversa com a coluna. Mas o próprio Gandini, presidente estadual do PPS, confirma que o partido sondou Nathan para a vaga. “Acreditamos que ele é um dos bons nomes que teríamos de possibilidade para montar uma chapa bem forte. A gente conversa sobre o assunto e ele já foi sondado, sim”, relata o deputado estadual.
Outras fontes do PPS ouvidas pela coluna avaliam que uma dobradinha entre Gandini e Nathan faz total sentido dos pontos de vista geográfico e também partidário.
Começando pelo primeiro aspecto: resumidamente, Nathan é muito bom de voto onde Gandini não é. O deputado e pré-candidato a prefeito é bem votado na região continental (sobretudo em Jardim Camburi) e nos bairros classe A e B (quando fazemos o corte do eleitorado por renda média familiar); Nathan, por sua vez, tem eleitores concentrados na Grande Maruípe e na Grande São Pedro.
Na definição de um aliado de Gandini, Nathan poderia ser uma Ponte da Passagem, a “junção da ilha com o continente, do Novo Arrabalde com a Grande São Pedro, das duas Vitórias que a gente sabe que existem”. Na definição de outro membro do PPS, poderia ser o “encontro da zona Norte da cidade com a zona Sul”.
A ideia, pelo que apuramos, tem a simpatia de Luciano. Diga-se de passagem, o prefeito nunca o admitiu, mas, na eleição de 2016, teve dificuldades de desempenho nos bairros habitados pelas classes C, D e E, onde Amaro Neto (hoje no PRB, então no SDD) teve, em média, dois votos para cada um do prefeito.
O próprio Gandini admite o peso do “fator territorial” na escolha do seu vice e define Nathan como “um bom complemento”. “Temos Nathan como uma boa opção. Sabemos que não se define agora o vice até por causa das alianças. Sabemos que às vezes a montagem de uma chapa majoritária não passa por uma escolha muito racional. Mas vemos com bons olhos o nome dele. Foi muito bem na eleição a deputado federal. Caso isso venha a se consolidar, será um bom complemento na nossa chapa, até pela questão territorial. Ele tem força grande na região de São Pedro. É oriundo de lá. E vem da área da saúde, o que também é importante”, salienta Gandini.
Nathan é enfermeiro. De novo, cumpre recordar que, na campanha de 2016, adversários de Luciano e, reservadamente, até aliados do prefeito citaram problemas no atendimento nas unidades municipais de saúde em bairros de baixa renda.
Nesta quarta (19), o fator partidário. Spoiler: aí a “complementação” já não será tão fácil.
Só para lembrar...
O ex-presidente da Câmara de Cariacica Adilson Avelina (Podemos) é assessor de gabinete do senador Marcos do Val (PPS), apoiador do governador Renato Casagrande (PSB), desde fevereiro. Avelina é marido da vice-governadora, Jacqueline Moraes (também do PSB). Ele é auxiliar parlamentar pleno no escritório de apoio de Do Val. Tem salário bruto de R$ 9 mil por mês.
LDO aprovada
Por 19 votos a 7, a Assembleia Legislativa aprovou ontem a Lei de Diretrizes Orçamentárias do governo Casagrande para 2020, com a aprovação de só uma das 200 emendas apresentadas por deputados – de autoria de Euclério Sampaio (sem partido), relator do projeto na Comissão de Finanças.
Cadê a bancada federal?
A solenidade de sanção da lei que cria o Fundo Soberano, na manhã desta segunda (17), no Palácio Anchieta, teve a presença de 14 deputados estaduais. Mas não se viu nenhum senador ou deputado federal capixaba, embora todos tenham sido convidados, de acordo com a assessoria de comunicação do Palácio Anchieta. (O deputado Amaro Neto, do PRB, disse não ter recebido convite.)
A explicação
Ontem, excepcionalmente, houve sessões em Brasília, tanto na Câmara como no Senado. Em razão do feriado na quinta, os presidentes das Casas decidiram antecipar os trabalhos para segunda e convocaram os parlamentares.
Novos tempos
Aliás, é isso mesmo? Congressistas no Congresso na segunda?!
Cena política
Na votação da LDO, na Assembleia, Majeski (PSB) defendeu suas emendas para alterar o projeto enviado pelo governador Renato Casagrande, do mesmo partido. O líder do governo, Enivaldo dos Anjos (PSD), encaminhou pela rejeição de todas as emendas de Majeski e rogou: “A liderança do governo encaminha voto ‘não’, esperando que um dia Deus possa unir o PSB”.
 

Vitor Vogas

Jornalista de A Gazeta desde 2008 e colunista de Política desde 2015. Publica diariamente informações e análises sobre os bastidores do poder no Espírito Santo

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