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Eleições 2022

Marcos Guerra desiste de ser candidato a vice-prefeito de Colatina

O empresário afirma que pretende disputar uma vaga na Câmara Federal em 2022, pelo Republicanos. Ele continua apoiando a candidatura de Luciano Merlo a prefeito

Publicado em 05 de Outubro de 2020 às 21:26

Públicado em 

05 out 2020 às 21:26
Vitor Vogas

Colunista

Vitor Vogas

vvogas@redegazeta.com.br

Colatina
Marcos Guerra (Republicanos) e Luciano Merlo (Patriota) chegaram a formar chapa para disputar as eleições em Colatina Crédito: Divulgação/Republicanos
O empresário Marcos Guerra (Republicanos) não é mais o candidato a vice-prefeito na chapa de Luciano Merlo (Patriota) à Prefeitura de Colatina. Na noite desta segunda-feira (5), ele anunciou a sua desistência nas redes sociais. Conforme explicou à coluna, um dos motivos de sua decisão é que ele pretende se candidatar a deputado federal, pelo Republicanos, em 2022.
Se fosse eleito vice-prefeito na eleição de novembro, ele teria que deixar o cargo de vice-prefeito até abril de 2022 para concorrer a uma vaga na Câmara Federal pelo Espírito Santo.
“Não achei coerente ganhar a eleição em Colatina e depois partir para uma eleição de deputado federal. Entendo que tenho base para me candidatar à Câmara dos Deputados”, afirma Guerra, ex-presidente da Findes e do Sebrae-ES, entre outros cargos diretivos em entidades ligadas ao setor empresarial.
A candidatura em 2022 deve ser pelo Republicanos, partido presidido atualmente por Guerra em Colatina. “A princípio, sim. Eu me identifico com o grupo e sou amigo do presidente nacional, Marcos Pereira.” Ministro da Indústria no governo Temer e deputado federal, Pereira é de Linhares, cidade vizinha de Colatina.
De acordo com Guerra, seu substituto como vice de Merlo já foi escolhido e o nome deve ser anunciado pelo candidato a prefeito em, no máximo, dois dias. Possivelmente, virá do Patriota, o partido de Merlo. Além do Republicanos, a coligação tem o MDB e o PSDB.
Guerra explica que, embora não faça mais parte da chapa, ele, assim como o Republicanos, continua no projeto de Luciano Merlo, apoiando a sua eleição a prefeito de Colatina. “Continuo. Ajudei a construir o projeto do Luciano. Estamos reestruturando a próxima gestão. Continuo da mesma forma.”
O empresário revela que, desde o início, a sua intenção não era a de ser candidato a vice-prefeito, mas ele acabou indo “para o sacrifício”, e agora as coisas se ajustam.
“Desde o começo, não quis ser candidato a prefeito. Lá atrás, quando o cavalo estava arreado, eu não quis. Estávamos trabalhando na candidatura do prefeito Sérgio Meneguelli, que optou por não disputar. Quando vim para ser vice [de Luciano Merlo], eu também não queria. Aceitei para manter o nosso grupo unido. Mas o grupo hoje entendeu. A gente exerce uma liderança boa, modéstia à parte, tanto é que, quando fui para a vice, isso deu uma mexida boa na cidade.”
Ele nega, porém, que sua presença temporária no posto de vice de Merlo tenha sido uma solução provisória, enquanto o grupo não encontrava outro nome. “Não foi uma coisa provisória. Fui para o sacrifício. Mas não está no meu projeto ser vice-prefeito. O grupo entendeu, e continuo no grupo.”
Apesar de ser filiado ao Republicanos, Sérgio Meneguelli não está apoiando a candidatura de Luciano Merlo. O prefeito, aliás, está neutro na disputa local: já declarou que não apoiará nenhum candidato à sua sucessão em Colatina.

Vitor Vogas

Jornalista de A Gazeta desde 2008 e colunista de Política desde 2015. Publica diariamente informações e análises sobre os bastidores do poder no Espírito Santo

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