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Vitor Vogas

Sai Sérgio Gama, entra Ronaldo Gonçalves. Transição na presidência do TJES

Eleição do próximo chefe do Poder Judiciário estadual está marcada para o dia 2 de outubro, mas o presidente já está escolhido e a passagem de bastão (ou de martelo) já está em curso

Publicado em 20 de Setembro de 2019 às 22:20

Públicado em 

20 set 2019 às 22:20
Vitor Vogas

Colunista

Vitor Vogas

vvogas@redegazeta.com.br

Ilustração Crédito: Amarildo
Segundo o atual presidente do Tribunal de Justiça do Estado (TJES), desembargador Sérgio Luiz Teixeira Gama, ele já está preparando a transição para seu sucessor no cargo, o colega Ronaldo Gonçalves de Sousa, que será candidato único em respeito ao sistema de rodízio por antiguidade seguido pelo tribunal. A eleição no Pleno, apenas para referendar a escolha, será no dia 2 de outubro. A posse, segundo Gama, deve ocorrer em 12 de dezembro. Assim, um flamenguista fanático passará a faixa (ou o martelo) para outro.

O ídolo de Gama

O presidente do TJES não venera só ex-craques do seu Flamengo. Em homenagem a Gerson Camata realizada no Palácio Anchieta, na última quarta-feira, Gama disse que o ex-governador era “um ídolo”. “Um homem extraordinário, que não tinha inimigos e que, por onde passava, espalhava alegria.”

Corregedoria on demand

A página da Corregedoria, no site oficial da Assembleia Legislativa, informa que o órgão se reúne às terças, às 18h05. Mas, conforme o presidente do órgão, deputado Hudson Leal (PRB), informou à reportagem de A Gazeta, este ano, até agora, só foram realizadas três reuniões, para distribuição de processos. A Corregedoria, segundo ele, só reúne-se quando há demanda, isto é, processos.

Até Ferraço na mira

No momento, há dez processos em tramitação no órgão. A coluna apurou que, além de Sergio Majeski (PSB) e Capitão Assumção (PSL), Theodorico Ferraço (DEM) é alvo de mais de uma representação. Marcelo Santos (PDT) é o relator de um dos processos contra Majeski. E até Hudson Leal assumiu a relatoria de dois processos, para dar vazão ao estoque.

Cargos, sempre cargos

Segundo um ex-corregedor da Assembleia, o membro efetivo da Corregedoria tem direito a preencher um ou dois cargos comissionados no órgão. Isso naquela partilha informal que os deputados sempre fazem das centenas de cargos administrativos, vinculados à Mesa Diretora.

Conexão partido/eleição

Com relação ao processo a ser instaurado em face de Capitão Assumção, a pedido da Procuradoria Geral da Assembleia, não custa lembrar: Assumção é do PSL, enquanto Hudson é do PRB. Os dois partidos estiveram na mesma chapa (que ainda tinha o PR) na eleição de 2018. E há uma forte tendência de que reeditem a aliança em muitas cidades estratégicas nas eleições municipais do ano que vem.

O suplente de Assumção

Por outro lado, o 1º suplente da coligação é Devanir Ferreira (PRB). Falando em teoria, se Assumção viesse a ser cassado, seu cargo seria assumido pelo colega de partido do corregedor-geral.

Bolão leva bolada

O ex-vereador de Vitória Reinaldo Bolão deve ter tomado um susto quando leu que “bolão do PT” ganhou a Mega-Sena. Como se sabe, o “bolão” em questão foi realizado por um grupo de assessores do PT no Congresso. Nada a ver com o ex-presidente da Câmara de Vitória...

Dá zero pra ele...

Na coluna de ontem, enfileiramos alguns números, mas, por erro de digitação, nos confundimos no mais óbvio: no Brasil, a República não foi proclamada em 1989, como publicamos, mas um século antes, em 1889. Marechal Deodoro agradece pela errata.

Viúva de "Vasquinho"

Em 1589, três séculos antes da proclamação, Luiza Grimaldi, como publicado, assumiu o governo da então capitania do Espírito Santo. Ela, contudo, era viúva do filho de Vasco Fernandes Coutinho (o primeiro donatário), que levava o mesmo nome do pai.

Gafe jornalística

Mas não é só jornalista que se confunde. Às vezes, confundem os jornalistas. Na quarta, durante homenagem a Gerson Camata no Palácio Anchieta, o cerimonialista chamou o deputado estadual Torino Marques de Ted Conti...

PGE: "Sou preto"

Ainda sobre a coluna de ontem, mencionamos que, dentre os 24 secretários de Estado no governo Casagrande, talvez o secretário estadual de Segurança, Roberto Sá, e o procurador-geral do Estado, Rodrigo de Paula, possam ser considerados “pardos”. O próprio procurador entrou em contato e se declarou “preto”. Já o secretário de segurança se declara “pardo”, como consta em documento pessoal, segundo a assessoria de comunicação do governo.

Camatinha

Sobrinho de Gerson Camata, o secretário estadual de Controle e Transparência, Edmar Camata (PSB), é afetuosamente chamado de “Camatinha” pela viúva do tio, Rita Camata.

Cena Política

Durante a homenagem feita a Gerson Camata no Palácio Anchieta, na última quarta, o governador Renato Casagrande começou a narrar a trajetória de Camata, desde a infância. Mas, logo no início, o desembargador Ronaldo Gonçalves divergiu de uma informação (a cidade natal de Camata) e corrigiu Casagrande. Depois de uma breve e bem-humorada teima, Casagrande se deu por vencido: “Já estou concordando com ele! Será o próximo presidente do TJ. Já estou concordando com ele”, disse o governador, rindo e fazendo rir.

Vitor Vogas

Jornalista de A Gazeta desde 2008 e colunista de Política desde 2015. Publica diariamente informações e análises sobre os bastidores do poder no Espírito Santo

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