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Vitor Vogas

Torino Marques deve aceitar relatoria de processo contra Assumção

Corregedoria da Assembleia vai investigar possível quebra de decoro parlamentar. Em discurso, Assumção ofereceu R$ 10 mil do próprio bolso para quem matar assassino

Publicado em 18 de Setembro de 2019 às 13:33

Públicado em 

18 set 2019 às 13:33
Vitor Vogas

Colunista

Vitor Vogas

vvogas@redegazeta.com.br

Torino Marques é colega de Assumção no PSL Crédito: Tati Beling/Ales
O deputado estadual Torino Marques (PSL) disse à coluna, na tarde desta quarta-feira (18), que quer assumir a relatoria do processo contra Capitão Assumção (PSL) na Corregedoria Geral da Assembleia Legislativa. "Tenho interesse em participar disso. A tendência é que eu aceite a relatoria."
Torino e Assumção são do mesmo partido. Com Danilo Bahiense e Coronel Quintino, integram a bancada do PSL na Casa de Leis.
O processo em questão é a notícia de fato apresentada à Corregedoria pelo procurador-geral da Assembleia, Rafael Teixeira de Freitas, pedindo investigação em face de Assumção por possível quebra de decoro parlamentar, no discurso em que o deputado ofereceu R$ 10 mil do próprio bolso para quem matar o assassino da jovem Maiara Freitas, no último dia 11.  
Torino contou à coluna nesta terça-feira (17) que foi indicado para ser relator do caso, mas ainda relutava em aceitar.
CONSULTA
Perguntamos a Torino se ele, pessoalmente, vê algum impedimento ético em assumir a relatoria do caso por ser do mesmo partido que Assunção. Devido à relação partidária, ele poderia declarar a própria suspeição e dar-se por impedido.
Sobre esse ponto, o deputado respondeu que vai consultar os pares na Corregedoria e o presidente estadual do PSL, Carlos Manato, mas reforçou que, pessoalmente, gostaria de assumir a relatoria.
Torino também já antecipou juízo de valor sobre a conduta de Assumção no caso específico. Nesta terça (17), em entrevista à coluna, declarou que o colega de bancada fez uma "fala feroz", mas "no calor do momento" e movido pela consternação com o assassinato da jovem.
Na manhã desta quarta-feira (18), à rádio CBN, Torino afirmou que não vê quebra de decoro por parte de Assumção no episódio.
No artigo 14, § 1º, o Código de Ética e Decoro Parlamentar da Assembleia, incorporado ao Regimento Interno, indica que membros da Corregedoria não podem antecipar juízo de valor sobre um caso concreto, devendo “observar o sigilo e a discrição inerentes à natureza de sua função”, “sob pena de imediato desligamento e substituição”.

Vitor Vogas

Jornalista de A Gazeta desde 2008 e colunista de Política desde 2015. Publica diariamente informações e análises sobre os bastidores do poder no Espírito Santo

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