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Carnaval de Vitória

Nos ensaios técnicos, "caçulinhas" do Grupo Especial mostram que querem ficar na elite

Andaraí e Chegou o que Faltava, as duas escolas mais recentes na elite do Carnaval de Vitória, ensaiaram com a comunidade presente e samba explosivo. Unidos de Jucutuquara comoveu o público ao levar a primeira porta-bandeira de sua história

Publicado em 28 de Janeiro de 2023 às 03:00

Públicado em 

28 jan 2023 às 03:00
Any Cometti

Colunista

Any Cometti

aoliozi@redegazeta.com.br

A primeira porta-bandeira da Chegou o que Faltava, Amanda Ribeiro Crédito: Rodrigo Gavini
Nem a chuva, que caiu na terça (24) e na quarta-feira (25), nem uma suposta ameaça de um homem armado fizeram com que o público arredasse o pé do Sambão do Povo. Pelo contrário: no último dia dos ensaios técnicos, na quinta-feira (26), o público encheu os camarotes e áreas próximas à pista. O público que acompanhou a São Torquato e a Unidos de Jucutuquara, no último dia, foi muito maior do que nos dois anteriores.
Dona Osmira, baiana da São Torquato Crédito: Rodrigo Gavini
No último ensaio dessa semana, o que vimos na avenida foram duas escolas repletas de reverências às origens - de si mesmas e do povo que compõem. São Torquato trouxe as Madalenas do Jucu, encarnadas em várias versões ao longo do desfile. Inclusive, na representação de uma banda de congo que, em determinado momento do desfile, sai do meio da bateria e toca o ritmo genuinamente capixaba.
Marisão Fernandes, primeira porta-bandeira da história da Unidos de Jucutuquara Crédito: Rodrigo Gavini
Já a Jucutuquara causou comoção nos corujas. Marisão Fernandes, primeira porta-bandeira da história da escola, veio à frente do desfile, visivelmente emocionada ao voltar para a avenida depois de problemas de saúde. Seu mestre-sala, Maurinho Carnaval, hoje membro da diretoria da escola, a acompanhou.
Mestre Jorginho, pai do mestre de bateria da Unidos de Jucutuquara, ensaiou com sua cuíca na Andaraí Crédito: Rodrigo Gavini
Nos dias anteriores, os destaques foram as "caçulinhas" do Grupo Especial: Andaraí, que subiu no ano passado, e Chegou o que Faltava, que - com o perdão do trocadilho - chegou neste ano. As duas escolas passaram pela avenida com o samba explosivo e comunidades aguerridas. Levaram até um pede-passagem para o ensaio!
O pede-passagem da Chegou o que Faltava nos ensaios técnicos Crédito: Rodrigo Gavini
Quem desfila a mais tempo, há de se lembrar da época em que as fantasias de ambas as escolas eram de poucas peças e, por vezes, improvisadas. Vê-las crescendo, queridas pelo público e preparando grandes carnavais, é motivo de orgulho para todo sambista. Ganha o Carnaval de Vitória, ganham as comunidades e ganham os sambistas.
Lívia (à esquerda) e Luiza (ao centro), filhas do Mestre Glaydson Santos, da Unidos de Jucutuquara Crédito: Rodrigo Gavini
Enquanto na Jucutuquara o mestre de bateria Glaydson Santos desfilou acompanhado das filhas Luiza e Lívia, na Andaraí foi o pai dele, lendário Mestre Jorginho, quem apareceu tocando cuíca. Destaque, também, para as baianas Ana, Osmira, Binha e Rita, que foram vistas em - pelo menos! - duas escolas nesta semana. Cada uma vai desfilar em, no mínimo, cinco agremiações. E há quem diga que baianas têm que ser senhoras mais experientes e recatadas... Elas dão um show em muitas "novinhas"!
A baiana Ana Ferreira no ensaio da Andaraí Crédito: Rodrigo Gavini
No entanto, mesmo quando os ensaios aconteciam, os integrantes das escolas não deixavam de usar o Sambão do Povo para ensaios pontuais. Ainda mais quando se tratava de quesitos que, sozinhos, podem garantir as notas 10 que levam uma escola ao campeonato. Antes do início dos ensaios, no primeiro dia, o primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira da Novo Império, Thais Oliveira e Rodrigo Mattos, ensaiaram na avenida. Assim como o segundo casal da MUG, Lyvia Ferreira e Marcos Vinicius. Sabem da responsabilidade que carregam sob suas bandeiras!
O primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira da Novo Império, Thais Oliveira e Rodrigo Mattos Crédito: Rodrigo Gavini
O segundo casal de mestre-sala e porta-bandeira da MUG, Lyvia Ferreira e Marcos Vinicius Crédito: Rodrigo Gavini

Any Cometti

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