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Crise com o mercado

Bolsonaro: privatizar não é "quem dá mais leva" e que processo é complexo

Em transmissão nas redes sociais, presidente chamou de "exagero" e "rebuliço" reação do mercado a troca na Petrobras

Publicado em 25 de Fevereiro de 2021 às 21:35

Agência Estado

Publicado em 

25 fev 2021 às 21:35
O presidente Jair Bolsonaro durante o lançamento do programa Adote um Parque, no Palácio do Planalto.
O presidente Jair Bolsonaro em evento no Palácio do Planalto Crédito: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) buscou se defender de críticas sobre a falta de privatizações sob o seu governo e, em transmissão ao vivo em suas redes sociais nesta quinta-feira (25), afirmou que privatizar uma estatal não é colocá-la na prateleira e "quem dá mais leva". Ele falava do projeto de lei que permite a desestatização dos Correios, entregue na quarta-feira (24) ao Congresso.
"É um processo complexo. Existem vários estudos, vários órgãos, entra o BNDES em campo, o ministério específico ao qual está integrada a estatal, entra o Ministério da Economia e depois o Congresso Nacional", comentou Bolsonaro. "Não é fácil, mas estamos fazendo nossa parte", sustentou.
Na live, Bolsonaro chamou de "exagero" e "rebuliço" a reação no mercado financeiro ao anúncio, feito por ele na última sexta-feira (19), da saída de Roberto Castello Branco do comando da Petrobras. O mandatário afirmou que "muitos espertalhões ganharam dinheiro" com a volatilidade das ações da estatal na B3.
Ao comentar as perdas de cerca de 20% dos papéis da petroleira no primeiro pregão desta semana, Bolsonaro avaliou que a cotação teve uma recuperação parcial nos últimos dois dias "porque o pessoal começou a conhecer, também, quem é o general Joaquim Silva e Luna", atualmente diretor-geral brasileiro de Itaipu Binacional e indicado pelo governo federal para assumir a Petrobras a partir de 20 de março, quando acaba o mandato do atual presidente da empresa.
Para o chefe do Planalto, Silva e Luna teria feito uma "tremenda revolução" em Itaipu. "Além de sanear a empresa, sobraram recursos para fazer várias obras na região", apontou Bolsonaro. "Daqui a poucas semanas vai ser concluída a extensão da pista do aeroporto de Foz do Iguaçu (PR), onde poderemos pousar aviões de voos internacionais", disse.
Na live, o presidente também reclamou de críticas que teria recebido por causa da tramitação, na Câmara dos Deputados, da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 3/2021, a PEC da Imunidade Parlamentar. O chefe do Executivo repetiu diversas vezes que não tem conhecimento do teor da proposição e que a matéria não tem nada a ver com ele.
"Vamos supor que ela seja aprovada em dois turnos na Câmara e dois turnos no Senado, ela vai para a promulgação, não vem para a minha mesa. Eu não posso sequer vetar. E o pessoal não gostou de alguns artigos dessa PEC, começa a atirar em mim", queixou-se Bolsonaro.

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