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Política fiscal

Devemos cortar despesas no curto, médio e longo prazo, diz Alckmin

Segundo Alckmin, ainda não há data para o governo apresentar as propostas, mas medidas devem ser divulgadas; saiba mais
Agência Estado

Publicado em 

15 jun 2024 às 17:38

Publicado em 15 de Junho de 2024 às 17:38

Vice-presidente da república, Geraldo Alckmin, em evento da Findes
Segundo Alckmin, ainda não há data para o governo apresentar as propostas Crédito: Ricardo Medeiros
O vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou, neste sábado, 15, que o governo pretende cortar despesas no curto, médio e longo prazo. As declarações ocorreram em evento da Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado de São Paulo (FETCESP). Segundo Alckmin, ainda não há data para o governo apresentar as propostas, mas as medidas devem ser divulgadas.
"Não tem nenhuma definição ainda de data, mas o fato é que nós devemos procurar ter cortes no curto prazo, medidas que têm resultado mais rápido, no médio e no longo prazo", declarou, a jornalistas.
Alckmin acrescentou: "Porque você precifica. Mesmo que tenha uma medida que vai se estender por vários anos, ela é trazida a valor presente". O vice-presidente também afirmou que com "uma melhor política fiscal" haverá juros mais baratos e crescimento econômico.
Na ocasião, ele também defendeu a aprovação da regulamentação da reforma tributária no Congresso Nacional e disse que "o mais difícil foi feito", em relação à lei geral promulgada no fim do ano passado.
"Estamos otimistas. O caminho é o diálogo", disse Alckmin. "Nada é fácil, mas mostrando, argumentando... e política não se obriga: se convence, se conquista. E a gente faz isso com diálogo."
A regulamentação da reforma tributária está sob análise de grupos de trabalho na Câmara dos Deputados. As novas regras envolvem temas como a inclusão de alimentos na cesta básica nacional, as regras para o cashback de impostos, o imposto seletivo e o comitê que vai gerenciar a arrecadação e a distribuição dos tributos.
De acordo com o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), a expectativa é de que as propostas do Ministério da Fazenda sejam examinadas e votadas até julho.

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