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Reforma

Guedes quer compensar perdas da Previdência no novo pacto federativo

Ministro ficou insatisfeito com a desidratação do texto da reforma no Senado. Economia prevista em 10 anos agora é de R$ 800 billhões

Publicado em 02 de Outubro de 2019 às 12:26

Giordany Bozzato

Publicado em 

02 out 2019 às 12:26
O ministro da Economia, Paulo Guedes, defende a reforma da Previdência Crédito: Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
AGÊNCIA ESTADO - O governo federal não reagiu bem ao perder R$ 76,4 bilhões na economia que estava prevista na reforma da Previdência. Agora, a previsão é que a reforma gere uma economia de R$ 800 bilhões em 10 anos.
Em resposta à desidratação do texto da Previdência o ministro da Economia, Paulo Guedes, teria dito a interlocutores que cada bilhão perdido na reforma previdenciária seria recuperado na no projeto do novo pacto federativo. O pacto fará a nova divisão dos recursos arrecadados entre a União, Estados e municípios.
Ainda segundo interlocutores do ministro, a aprovação do texto no Senado foi muito comemorado pela equipe econômica do governo federal. Mas o clima logo mudou com as mudanças na questão do abono salarial.

Veja quais são os destaques que podem desidratar ainda mais a reforma da Previdência:

Alíquota previdenciária - RETIRADO DE PAUTA

O PT tenta retirar da reforma as mudanças nas regras para pensão por morte, que passa a conceder 50% do salário de benefício mais dez pontos porcentuais por dependente. As mudanças na regra da pensão devem ter impacto próximo de R$ 100 bilhões em dez anos.
O Podemos propôs um destaque da reforma às regras de transição e o pagamento de pedágio para aposentadoria de quem já está no mercado de trabalho. O impacto da mudança seria uma desidratação superior a R$ 109 bilhões.
A Rede propõe retirar a regra de cálculo proposta pelo governo, pelo qual o valor de aposentadoria começa em 60% da média de salários de contribuição aos 15 anos de serviço, no caso de mulheres, e 20 anos, no caso de homens. O acréscimo é de dois pontos percentuais por ano adicional, até o limite de 100%. A reforma mantém a garantia de pagamento de ao menos um salário mínimo (hoje em R$$ 998).
O PDT, por sua vez, quer que as mulheres que se aposentam por idade (geralmente as de menor renda e que ficam menos tempo no mercado formal) possam continuar pedindo o benefício aos 60 anos, como é hoje. A proposta eleva gradualmente essa idade para 62 anos.
O PROS pretende suprimir a fixação de uma idade mínima para trabalhadores que atuam em atividades expostas a agentes nocivos químicos, físicos e biológicos, como é o caso de mineradores.
Já o MDB pretende reincluir a possibilidade de cobrar alíquota previdenciária sobre os benefícios de anistiados políticos, item aprovado na Câmara e retirado do texto pelo relator. A reinclusão devolveria uma economia de R$$ 1 bilhão à reforma.

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