Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Economia
  • Maia propõe que dinheiro da Petrobras seja destinado para Amazônia
R$ 2,5 bilhões

Maia propõe que dinheiro da Petrobras seja destinado para Amazônia

De acordo com o presidente da Câmara dos Deputado, os recursos do fundo estão parados e entrariam no caixa do governo

Publicado em 23 de Agosto de 2019 às 18:13

Publicado em 

23 ago 2019 às 18:13
Imagens da queimada na região da Amazônia brasileira, exibidas na TV Globo, em agosto de 2019 Crédito: TV Globo
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta sexta-feira (23) que apresentará ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma petição requisitando para a educação e para a Amazônia os R$ 2,5 bilhões depositados em janeiro pela Petrobras em uma conta vinculada à Justiça Federal, resultado de um acordo feito com a Justiça dos Estados Unidos.
A maior parte do valor iria abastecer um fundo para investir em projetos de combate à corrupção, o que foi previsto em acordo assinado com o Ministério Público Federal, num desdobramento dos compromissos assumidos com as autoridades americanas.
Maia disse que os recursos estão parados e entrariam no caixa do governo. "Minha proposta para o combate às queimadas é efetiva. Peticionarmos juntos no Supremo, pedindo os R$ 2,5 bilhões do fundo da Petrobras para a educação e também para a Amazônia. Recursos que estão parados e entrariam hoje no caixa do governo e poderiam, inclusive, ir para os estados da região", escreveu.
Auxiliares de Maia afirmam que ele cogita ainda ir à
para conversar com parlamentares de países da
.
Nesta sexta-feira (23), o governo francês disse que Bolsonaro mentiu ao assumir compromissos em defesa do ambiente na cúpula do G20, em junho, e que isso inviabiliza a ratificação do acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul, concluído no mesmo mês. A Irlanda também afirmou que vai bloquear a implantação do pacto caso o governo brasileiro não atue para combater os incêndios em curso na Amazônia.
No dia anterior, em uma publicação na internet, o presidente da França, Emmanuel Macron, já havia classificado como "crise internacional" a situação amazônica e instou os líderes do G7 a discutir "essa emergência" na cúpula a ser realizada de sábado (24) a segunda-feira (26), em Biarritz, no Sul da França.
Rodrigo Maia já havia anunciado a criação de uma comissão externa para acompanhar o problema das queimadas que atingem a Amazônia. Ele também disse que criaria uma comissão geral para avaliar a situação e propor soluções ao governo Jair Bolsonaro (PSL). "A gente precisa deixar claro para a comunidade internacional que não é o caminho do Brasil de trabalhar com o aumento de queimadas", completou.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Senador Magno Malta é internado em hospital após passar mal
Magno Malta é internado em hospital após passar mal em Brasília
Estúdio da rádio CBN Vitória
CBN Vitória completa 30 anos com abraços sonoros no capixaba
Imagem de destaque
Vale prevê investir cerca de R$ 12 bilhões até 2030 no ES

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados