Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

  • Início
  • Economia
  • Minha Casa Minha Vida: FGTS cria nova faixa para imóveis de até R$ 500 mil
Financiamento

Minha Casa Minha Vida: FGTS cria nova faixa para imóveis de até R$ 500 mil

Na nova faixa do programa habitacional, poderão financiar residências famílias com renda mensal até R$ 12 mil
Agência FolhaPress

Publicado em 

15 abr 2025 às 16:49

Publicado em 15 de Abril de 2025 às 16:49

BRASÍLIA - O Conselho Curador do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) aprovou nesta terça-feira (15) a criação de uma nova faixa no Minha Casa, Minha Vida, com imóveis entre R$ 350 mil e R$ 500 mil. Na nova faixa, poderão financiar residências famílias com renda mensal até R$ 12 mil.
Os recursos para a criação da faixa no programa habitacional deverão sair do Fundo Social do Pré-Sal (R$ 15 bilhões). Eles foram destinados para a Faixa 3 do programa. Isso criou um espaço similar no FGTS, fonte de recursos usada anteriormente, que foi destinada para a nova faixa.
ES Construção Brasil vai trazer palestrantes e empresas para discutir soluções e tendências da indústria da construção
Os  juros na nova faixa serão de 10% ao ano, menor do que os praticados no mercado Crédito: Freepik
O Ministério das Cidades estimou que, com a nova faixa, 120 mil famílias serão incluídas no programa. Nela, os recursos do FGTS serão limitados a 50% do valor financiado. O restante deverá vir dos bancos que operarem o empréstimo.
Os juros na nova faixa serão de 10% ao ano, menor do que os praticados no mercado, mas maior do que nos grupos de renda mais baixa atendidos pelo programa habitacional, que vão de 4% a 8,16%.
O Minha Casa, Minha Vida tem três faixas. Na faixa 1, a compra é subsidiada com recursos do Orçamento e se destina a famílias de baixa renda. Nas faixas 2 e 3, os juros são mais baixos do que os cobrados no mercado, e o dinheiro vem do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).
A medida foi pedida pelo presidente Lula (PT) desde 2023 para contemplar a classe média. Esse estrato social vive um gargalo para adquirir imóveis financiados por conta da escassez de recursos da poupança, uma das principais fontes de financiamento barato para o setor.
No ano passado, a Caixa Econômica Federal, maior financiadora de imóveis no Brasil, teve que endurecer as regras de suas linhas de crédito, diante do risco de os recursos acabarem.
A criação da nova faixa no Minha Casa, Minha Vida vem em um momento de queda popularidade do presidente, inclusive no eleitorado de classe média.
Além da criação da nova faixa, a reunião do Conselho Curador também aprovou novos limites de renda para poder se enquadrar no Minha Casa, Minha Vida com recursos do FGTS.
O teto de renda para a Faixa 1 será de R$ 2.850. O da Faixa 2 sobe para R$ 4,7 mil mensais e o da Faixa 3 vai para R$ 8,6 mil. A Faixa 4, criada nesta terça-feira, vai de R$ 8,6 mil até R$ 12 mil.
O Ministério das Cidades, responsável pela proposta, estimou que com as mudanças nos tetos de renda, cerca de 100 mil famílias vão conseguir migrar para uma faixa com taxa de juros menores.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
Bloqueio de Trump ao Irã é uma aposta arriscada. Vai funcionar?
Imagem de destaque
Quem é Alexandre Ramagem, delegado da PF e ex-deputado federal preso nos EUA
Imagem de destaque
Vestibular USP e Unicamp 2027: confira dicas práticas para se preparar desde já

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados