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Concessão dos aeroportos de Vitória e Macaé

O destino dos empregados da Infraero após venda do Aeroporto de Vitória

Empregados terão opção de entrar em plano de demissão voluntária. Alguns também serão aproveitados em órgãos públicos; outros podem ser contratados pela concessionária

Publicado em 15 de Março de 2019 às 23:05

Maíra Mendonça

Publicado em 

15 mar 2019 às 23:05
Passageiros transitam no saguão do novo aeroporto de Vitória Crédito: Fernando Madeira
Com a privatização dos aeroportos de Vitória e de Macaé surge a preocupação em relação ao destino dos funcionários que hoje são contratados pela Infraero para atuar nesses locais. Por isso, além dos R$ 437 milhões pagos para assumir a administração dos dois terminais aeroportuários, a empresa suíça Zurich Airport, vencedora do leilão, pagará outros R$ 56 milhões à Infraero, que serão aplicados em um Plano de Desligamento Voluntário em benefício dos funcionários da estatal no Sudeste do país.
A informação foi confirmada pela Agência Nacional de Aviação (Anac), que é responsável pelo contrato com a Zurich Airport. Segundo a Anac, trata-se de uma ajuda de custos, já que durante o período de transição da administração dos aeroportos, a empresa concessionária - neste caso a Zurich - deve estabelecer uma equipe que assuma as responsabilidades dos aeroportos sem afetar as operações.
OUTRAS OPÇÕES
Além da opção de desligamento voluntária, a Infraero também informa que está oferecendo aos funcionários outras opções, como a aposentadoria voluntária, a cessão para outros órgãos públicos ou, ainda, a transferência para a nova operadora dos aeroportos. Entre os profissionais com chance de ficar com a concessionária estão os controladores de tráfego aéreo.
“Até a conclusão do processo de transição para os novos operadores aeroportuários, a Diretoria Executiva da Infraero e as equipes avançadas em cada localidade darão todo o suporte a seu quadro funcional, para que siga desenvolvendo atividades com excelência e para que tenha, sobretudo, tranquilidade neste momento de transição de carreira”, ressaltou a Infraero em nota.
DESMEMBRAMENTO
Segundo o secretário nacional de Aviação Civil, Ronei Glanzmann, a Infraero deverá ser extinta durante a gestão do presidente Jair Bolsonaro (PSL), “atendendo às diretrizes macroeconômicas do governo de redução do Estado”, conforme declarou ele à Folha de São Paulo em janeiro deste ano. A previsão é que isso ocorra após o final da sexta e da sétima rodada de concessão dos aeroportos, que ocorrerão em 2021.
Nesse contexto, uma nova empresa pública já está sendo criada pelo governo federal. A NAV Brasil - Serviços de Navegação Aérea S/A - será vinculada ao Ministério da Defesa, por meio do Comando da Aeronáutica (COMAER) e absorverá toda a infraestrutura e o capital humano da atual Superintendência de Gestão da Navegação Aérea da Infraero. Segundo o Diretor-Geral do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), Tenente-Brigadeiro do Ar Jeferson Domingues de Freitas, 1.800 funcionários serão absorvidos.

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