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Bens e dinheiro

PF apreende cerca de R$ 41 milhões em operação contra fraude no INSS

Lista inclui 61 veículos terrestres avaliados em cerca de R$ 34,5 milhões e 141 joias ou semijoias, estimadas em R$ 727 mil
Agência FolhaPress

Publicado em 

25 abr 2025 às 14:05

Publicado em 25 de Abril de 2025 às 14:05

BRASÍLIA - A Polícia Federal estimou, até a noite de quinta-feira (24), um valor de cerca de R$ 41 milhões em bens e dinheiro apreendidos na operação Sem Desconto, deflagrada nesta semana, contra um esquema de fraudes em descontos no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).
De acordo com o órgão, a lista inclui 61 veículos terrestres, avaliados em cerca de R$ 34,5 milhões e 141 joias ou semijoias, estimadas em R$ 727 mil.
Além de um valor equivalente a R$ 1,2 milhão em moeda estrangeira em espécie e R$ 470 mil em moeda brasileira e três armas.
Os valores totais e a quantidade exata estão sendo apurados pela PF. Os proprietários desses bens ainda não foram divulgados pela polícia.
Porshe apreendido durante operação Sem Desconto no Ceará, que investiga descontos ilegais em aposentadorias e pensões do INSS
Porshe apreendido durante operação Sem Desconto no Ceará, que investiga descontos ilegais em aposentadorias e pensões do INSS Crédito: PF/Reprodução
Ao todo, foram cumpridos 211 mandados judiciais de busca e apreensão e ordens de sequestro de bens no valor de mais de R$ 1 bilhão.
Cerca de 700 policiais federais e 80 servidores da CGU (Controladoria-Geral da União) participaram da ação.
As buscas incluíram o gabinete e a residência de Alessandro Stefanutto, demitido do cargo de presidente do INSS após a deflagração da operação.
As ações ocorreram no Distrito Federal e em 13 estados: Alagoas, Amazonas, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, São Paulo e Sergipe.
Segundo o diretor-geral da PF, com um único alvo, foram apreendidos vários carros, entre eles uma Ferrari e um Rolls Royce, avaliados em mais de R$ 15 milhões. Com outro, 200 mil dólares e, um segundo, 150 mil dólares.
A PF também cumpriu seis mandados de prisão temporária contra dirigentes e integrantes de entidades de classe, como associações e sindicatos, que formalizaram Acordos de Cooperação Técnica (ACT) com a autarquia.
Esses acordos permitem que entidades realizem descontos de mensalidades associativas diretamente na folha de pagamento dos beneficiários do INSS, desde que autorizados pelos aposentados e pensionistas.
De acordo com a polícia, algumas associações, porém, teriam fraudado assinaturas de aposentados ou feito descontos em aposentadorias que não teriam sido autorizados.
Segundo as investigações, a soma dos valores descontados chega a R$ 6,3 bilhões, entre 2019 e 2024, mas ainda será apurado qual a porcentagem foi feita de forma ilegal.
Há 12 inquéritos policiais tramitando sobre o tema em Sergipe, Distrito Federal, Minas Gerais, Ceará e São Paulo.

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