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Negociações

Prazo para ofertas por empresa de gás da Petrobras é fim de março

Operação é parte de estratégia de desinvestimento da estatal

Publicado em 15 de Fevereiro de 2018 às 12:43

Publicado em 

15 fev 2018 às 12:43
Prédio da Petrobras Crédito: Divulgação
A Petrobras estabeleceu um prazo até o fim de março para receber propostas para uma participação controladora na rede de gasodutos da Transportadora Associada de Gás (TAG), disseram três pessoas com conhecimento do tema.
Consórcios liderados pelo australiano Macquarie Group, a francesa Engie e o fundo soberano dos Emirados Árabes Unidos Mubadala Development estão preparando suas ofertas, acrescentaram as fontes, pedindo anonimato porque as negociações são privadas.
Os três grupos entregaram propostas não vinculantes em dezembro para uma participação de 90% na TAG, reportou a Reuters. A TAG detém autorizações de longo prazo para operar e administrar um sistema de gasodutos de cerca de 4,5 mil quilômetros de extensão, localizado principalmente nas regiões Norte e Nordeste do Brasil.
Os consórcios estão em negociações com bancos para discutir financiamento, acrescentaram as fontes, dizendo que as ofertas dos grupos podem superar US$ 7 bilhões, o que tornaria a TAG um dos maiores desinvestimentos da Petrobras.
Petrobras, Engie e Mubadala não comentaram imediatamente sobre o tema. O Macquarie não quis comentar.
A Petrobras se comprometeu com um plano de desinvestimentos de dois anos de US$ 21 bilhões para reduzir sua dívida, que está em US$ 91 milhões e é a maior entre grandes petroleiras, segundo dados da Thomson Reuters.
Para cumprir com as regras acertadas com o Tribunal de Contas da União, a Petrobras pode escolher até dois dos três licitantes para uma rodada final, caso as propostas principais sejam muito próximas em valor ou pode escolher um vencedor imediatamente, acrescentaram as fontes.
Os consórcios não podem mudar seus componentes antes da rodada final da transação, segundo as fontes.
O Macquarie, maior gestor mundial de fundos de infraestrutura, juntou-se ao Canada Pension Plan Investment Board, conhecido como CPPIB, o fundo de riqueza soberano de Cingapura GIC e duas empresas brasileiras de investimentos.
A Mubadala se juntou à EIG Global Energy Partners. Não está claro se a empresa francesa Engie possui parceiros.
Bancos têm estado dispostos a financiar as ofertas, acrescentou uma das fontes, considerando as taxas de juros brasileiras em mínimas recordes e a natureza muito estável do negócio de gasodutos.
Os bancos também estão otimistas sobre perspectivas de crescimento após os primeiros resultados obtidos pela canadense Brookfield Asset Management, líder de um grupo que pagou US$ 5,2 bilhões no ano passado por uma outra unidade de gasodutos vendida pela Petrobras, a Nova Transportadora do Sudeste (NTS).
Segundo declarações financeiras submetidas por um dos acionistas da NTS, a companhia obteve receita líquida de R$ 1,3 bilhão durante os primeiros nove meses de 2017.

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