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Opinião da Gazeta

Espírito Santo é um estado abençoado que precisa de mais visibilidade

A bênção do Papa Francisco veio carregada de bons presságios. De olho em um futuro que já está sendo desenhado no Espírito Santo, no qual serão colhidos os frutos dos bons trabalhos de hoje

Publicado em 23 de Abril de 2025 às 17:08

Públicado em 

23 abr 2025 às 17:08

Colunista

Pontífice abençoou bandeira do Espírito Santo durante visita do governador ao Vaticano no ano passado
Papa Francisco abençoou bandeira do Espírito Santo durante visita do governador Renato Casagrande ao Vaticano no ano passado Crédito: Reprodução
Quando o governador Renato Casagrande e sua comitiva estiveram no Vaticano no ano passado diante do Papa Francisco, morto nesta segunda-feira (21), a bandeira do Espírito Santo foi abençoada pelo líder máximo da Igreja Católica. Foi a coroação espiritual de um estado que fez por onde e merece todas as bênçãos, diante dos avanços institucionais, econômicos e sociais que têm se consolidado nas últimas décadas. Um estado-modelo para o Brasil, mas curiosamente ainda bastante invisibilizado.
Ao mesmo tempo, a bênção também veio carregada de bons presságios. De olho em um futuro que já está sendo desenhado, no qual serão colhidos os frutos dos bons trabalhos de hoje. O ES 500 anos será um planejamento de longo prazo para temas fundamentais para os capixabas: segurança, saúde, educação, transição tributária, economia, tecnologia, mudanças climáticas, transição energética, combate às desigualdades...
E para tanto não se partirá do zero:  será a evolução, organizada e planejada, de tudo o que  Espírito Santo vem construindo neste século XXI. O Estado tem sido um exemplo de equilíbrio fiscal, com uma relação construtiva entre o setor produtivo e governos, o que tem atraído investimentos robustos. E isso se reflete na qualidade dos serviços públicos, como educação, saúde e saneamento.
A economia tem se diversificado. E ainda há o compromisso com o futuro, traduzido na criação de um fundo soberano com os royalties do petróleo. Muito já se fala, inclusive, na transição energética. E há a expectativa de os gargalos logísticos serem superados pouco a pouco. A segurança pública, um dos setores mais críticos, também registra vitórias, como a redução dos homicídios ano após ano. O ES 500 Anos vai mostrar o que deve ser tratado como prioridade. E, uma delas, certamente, será se vender melhor para o mundo, diante de tantos aspectos positivos.
É o que acredita também  André Coutinho, um dos consultores por trás do ES 500 Anos. "A gente usa uma expressão que é o 'place branding', eu preciso criar a marca e a identidade do Espírito Santo. Eu, por exemplo, quando cheguei para fazer esse plano, não conhecia as maravilhas turísticas que o Estado oferece. Eu não sabia que o Estado tem um polo de saúde muito desenvolvido para alguns tratamentos. O Estado tem seus ativos, suas potencialidades, e a gente acaba não conhecendo por essa falta de promoção", disse ele ao videocast Papo de Valor, comandado pelo colunista Abdo Filho.
O Espírito Santo precisa quebrar essas barreiras, com planejamento e estratégia. Não é só para o turismo no Espírito Santo — uma das áreas que podem aumentar a arrecadação capixaba com a reforma tributária —, sobre o qual Fabricio de Oliveira, ex-prefeito de Balneário Camboriú, já havia reforçado a necessidade de mais divulgação: "O Espírito Santo merece ser vendido”, afirmou ele, em evento em Cachoeiro de Itapemirim no mês de março.
É para tudo o que, atualmente, temos de melhor. E para as potencialidades, apenas esperando um empurrão para serem deslanchadas. Mais do que publicidade oficial, é preciso encontrar caminhos menos óbvios para se posicionar, diante do Brasil e do mundo, como um Estado no qual vale a pena viver, trabalhar, visitar ou investir.  Com as bênçãos do agora saudoso Papa Francisco.

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