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Opinião da Gazeta

Mais áreas verdes nas cidades: um lugar-comum em todos os sentidos

Em quase todo bairro há alguma praça, muitas vezes descampada, que pode ser ocupada com mais árvores, para que a vizinhança desfrute das sombras em suas atividades de lazer

Publicado em 26 de Janeiro de 2025 às 22:00

Públicado em 

26 jan 2025 às 22:00

Colunista

Bosque de Chapultepec, no México (exclusivo para editorial)
Bosque de Chapultepec, no México (exclusivo para editorial) Crédito: Pixabay
"Se as pessoas não podem ir às florestas, que as florestas venham às pessoas". Vamos pegar carona nesta frase do colunista Arlindo Villaschi, publicada neste jornal na quinta-feira (23), para tratar de um tema óbvio: a urgência de cidades mais verdes. Não somente a arborização mais robusta de ruas e avenidas, mas a criação de espaços de convivência com a natureza, mais próximos de todos.
Não é falar do que já está entregue. Recentemente, com a exibição do documentário produzido por A Gazeta sobre os 40 anos da tragédia do Morro do Macaco, em Vitória, foi trazida a lembrança de que  a criação do Parque da Fonte Grande foi uma reação organizada ao desastre, como forma de proteger as encostas. Hoje, trata-se de um colossal espaço verde que pode ser aproveitado por moradores de Vitória e visitantes.
Não só em Vitória, que tem uma boa estrutura de parques e unidades de conservação, como nas demais cidades da Grande Vitória, há cada vez mais espaços verdes criados para serem esse "lugar-comum",  que servem como refúgio para a população.
Na Serra, o Parque da Cidade é um exemplo de local procurado pelos moradores com esse propósito. O Bosque dos Pássaros é um espaço em Cariacica. Em Vila Velha, além da recente estrutura inaugurada no Parque de Jacarenema, está prevista a transformação da Praça Duque de Caxias em um parque urbano, espera-se que com mais árvores, e a entrega do Sítio Batalha.
Mas sempre se pode avançar, em cidades de todos os portes do Espírito Santo, não somente na região metropolitana. Em quase todo bairro há alguma praça, muitas vezes descampada, que pode ser ocupada com mais árvores, para que a vizinhança desfrute das sombras em suas atividades de lazer. E, mais que isso, para rebater as ondas de calor que, com as mudanças climáticas, serão cada vez mais comuns. Árvores nas ruas são um ar-condicionado natural, basta caminhar sob o sol escaldante para sentir a diferença quando há a sombra delas.
Em sua coluna, Arlindo Villaschi trouxe exemplos bem-sucedidos de parques urbanos ao redor do mundo, entre eles o  Bosque de Chapultepec, na Cidade do México, uma das maiores áreas verdes urbanas do mundo, com  686 hectares de área. Não há como se pensar em cidades sem esse tipo de integração. E é claro que esses espaços só funcionam plenamente quando quem os frequenta se sente seguro. No Brasil como um todo, esse é ainda um grande desafio. O planejamento de parques e florestas urbanas deve incluir também o reforço da segurança.

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