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Opinião da Gazeta

Navio gigante no ES deve simbolizar as ambições dos portos capixabas

Produtividade e competitividade são as duas palavras de ordem para o setor portuário, que também depende de outros modais para receber mais cargas e se desenvolver de forma vigorosa

Publicado em 27 de Fevereiro de 2025 às 01:00

Públicado em 

27 fev 2025 às 01:00

Colunista

Navio Explorer Nº 1, da BYD
Navio Explorer Nº 1, da BYD Crédito: Divulgação/BYD
O desembarque de mais de 5 mil veículos elétricos da BYD em Portocel é mais uma marca importante para o porto localizado em Aracruz. A dimensão do navio Explorer Nº 1, específico para cargas sobre rodas e construído pela empresa chinesa para realizar diretamente as suas exportações, é impressionante: tem 38 metros de largura e capacidade de transportar 7 mil carros. Não à toa, será um dos maiores desembarques de veículos realizados no Espírito Santo.
Tudo é sincronicidade: uma embarcação com essas dimensões não consegue entrar no Porto de Vitória, e encontrou Portocel em pleno processo de diversificação.  Fundado em 1978 exclusivamente para movimentar celulose e cargas florestais, no ano passado operou as primeiras cargas de carros (também da chinesa BYD) café de sua história. Sendo que a importação de veículos já se tornou um negócio permanente no terminal portuário, enquanto também mira a  operação de contêineres.
Tudo é contexto: o momento em que se consolida  um ecossistema portuário em Aracruz, que fortalece o sistema de todo o Espírito Santo. Do estabelecimento da ZPE (Zona de Processamento de Exportação) à inauguração do Porto da Imetame prevista para 2026, é inegável o aumento da competitividade a cada novo passo. Com essa modernização, o Estado fica mais perto de cumprir efetivamente sua vocação logística.
Não só em Aracruz: também é alvissareiro o acordo fechado entre a  Log-In Logística, empresa responsável pelo Terminal Portuário de Vila Velha, e a Vports,  concessionária do complexo portuário de Vitória, para ampliação da área do  único terminal a operar contêineres no Espírito Santo. Essa movimentação pode ajudar a reduzir o gargalo que, no ano passado, provocou uma reação conjunta dos setores de rocha e café. 
Produtividade e competitividade são as duas palavras de ordem para o setor portuário, que também depende de outros modais para receber mais cargas e se desenvolver de forma vigorosa. A chegada de um navio moderno, que representa o que há de mais novo na logística mundial, como é o caso do Explorer Nº 1, deve estimular as ambições dos portos capixabas por mais movimentações desse nível. Como já foi dito aqui, as oportunidades não podem ser desperdiçadas, os portos capixabas precisam estar preparados para elas.

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