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Opinião da Gazeta

O Centro de Vitória é das pessoas

Nem só de festa é feito o Centro de Vitória, que ainda engatinha para poder voltar a atrair empreendimentos empresariais e comerciais. Mas é certo que atrações culturais, para além do período já consolidado de carnaval, são um holofote precioso

Publicado em 16 de Dezembro de 2025 às 01:00

Públicado em 

16 dez 2025 às 01:00

Colunista

Festa Disco Voador realizada em 20 de setembro de 2025
Festa Disco Voador realizada em setembro: terceira edição foi realizada no último sábado (13) Crédito: Mariana Acerbi
O título deste editorial é uma obviedade nem sempre possível de ser praticada: as ruas das cidades precisam pulsar com a presença das pessoas, e isso pôde ser testemunhado no último sábado (13), quando o Centro de Vitória viveu uma de suas noites mais movimentadas fora do período carnavalesco.
festa aberta Disco Voador, que em sua terceira edição ocupou mais uma vez o Beco das Pulgas e adjacências, aos pés da Escadaria Maria Ortiz, foi certamente o epicentro: desde setembro vem atraindo um número cada vez maior de pessoas, embaladas pelos DJs que tocam vinil e colocam todo mundo para dançar na rua, ao mesmo tempo que expositores marcam presença com arte, livros, moda e gastronomia.
Mas havia mais: pessoas de todas as idades também circulavam entre outras atrações daquela noite, do espetáculo teatral no recém-inaugurado Theatro Carlos Gomes e das apresentações musicais no beco ao lado e na Praça Costa Pereira, passando pela iluminação natalina do Palácio Anchieta e pelas projeções da Catedral, até as movimentações típicas dos arredores da Rua Gama Rosa e do Bar da Zilda. Para onde se olhava havia gente. E isso importa muito.
É dessa forma que a populaçao se integra ao lugar em que vive. E é assim, com organização, que as ruas se tornam mais seguras e atrativas para todos que buscam lazer. O poder público precisa estar presente e estimular essas iniciativas, com horário para começar e terminar, movimentando assim toda a cadeia de entretenimento da região. É com esse movimento que se começa a derrubar o estigma do abandono.
Claro, nem só de festa é feito o Centro de Vitória, que ainda engatinha para poder voltar a atrair empreendimentos empresariais e comerciais. Mas é certo que atrações culturais, para além do período já consolidado de carnaval, são um holofote precioso. Muito mais pode ser feito com os aparelhos culturais já existentes. O Centro de Vitória já tem há bastante tempo uma vida noturna bem estruturada, mas o último sábado mostrou que sempre dá para avançar por espaços que até pouco tempo estavam deixados de lado. Todo movimento ajuda a fortalecer Centro.

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