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Opinião da Gazeta

Paralisação do Transcol foi uma atitude extrema e inoportuna

Reivindicação da categoria pelo retorno dos cobradores foi fora de hora, com os números de casos e mortes pela Covid-19 em disparada no Espírito Santo

Publicado em 04 de Janeiro de 2021 às 13:24

Públicado em 

04 jan 2021 às 13:24

Colunista

Paralisação nos ônibus do Transcol no Terminal de Vila Velha
Paralisação nos ônibus do Transcol no Terminal de Vila Velha Crédito: Fernando Madeira
Os usuários de transporte coletivo na Grande Vitória tiveram que encarar no primeiro dia útil de 2021 uma paralisação que transformou a manhã em um tormento. O protesto que impediu a saída dos ônibus do Transcol da garagem exigia o retorno dos cobradores aos postos, sendo que o afastamento foi medida de primeira ordem no contexto da pandemia e não há melhora no cenário que justifique sua suspensão. Desde maio, a forma de pagamento aceita nos coletivos passou a ser apenas o cartão de passagem, o Cartão GV, eliminando o dinheiro por ser uma possível via de transmissão do novo coronavírus.
Diante da crise sanitária que permanece, com números de casos e mortes em disparada no Espírito Santo, a paralisação foi uma decisão extrema e inoportuna do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários no Estado do Espírito Santo (Sindirodoviários-ES). A consequência estava explícita nos terminais e pontos lotados, provocando aglomerações que colocam em risco a saúde dos usuários que dependem do transporte público para se deslocar ao trabalho ou cumprir outros compromissos diários.
Essa foi justamente uma das justificativas de uma das duas liminares que proibiram a greve, a pedido do Sindicato das Empresas de Transporte Metropolitano da Grande Vitória. Havia o risco de contaminação não somente nos terminais, mas nos poucos ônibus que circularam.  Os ônibus com ar-condicionado, que já rodavam sem cobrador antes da pandemia, foram liberados pelos sindicalistas.
O que se testemunhou nesta manhã de segunda-feira (04) foi uma atitude despropositada, sobretudo porque a situação dos cobradores está na pauta do governo estadual, que já garantiu que por ora os profissionais não podem ser demitidos, com as empresas sendo responsáveis por sua realocação. Impedir que os ônibus circulassem foi uma precipitação e uma irresponsabilidade, em um momento no qual a sociedade conta com o compromisso de todos os setores para continuar enfrentando a batalha contra a Covid-19.

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