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Opinião da Gazeta

Registro de menos de 900 homicídios no ES é novo patamar de civilidade

A forma consistente desse enfrentamento permite que cada novo recorde pode e deve ser celebrado, servindo de razão para a manutenção do trabalho conjunto

Publicado em 09 de Janeiro de 2025 às 22:00

Públicado em 

09 jan 2025 às 22:00

Colunista

Prisão
Polícia Civil prende homem acusado de homicídio  Crédito: PCES
Pela primeira vez desde o início da série histórica, em 1996, o Espírito Santo registrou menos de 900 homicídios em um ano. É relevante demais que o Estado tenha ficado em 2024 ainda mais afastado do ano mais sangrento, em 2009, quando houve mais de 2 mil assassinatos, o ápice do caos na segurança pública capixaba.
Mais uma vez,  vale reforçar que esse marco é resultado da consistência das políticas públicas e do comprometimento dos governos estaduais que se sucederam. Políticas de Estado e fortalecimento institucional que foram encarados como prioridade para tirar o Espírito Santo desse abismo. Era comum municípios da Grande Vitória figurarem nas primeiras posições entre as cidades mais violentas do país. Esse cenário se transformou nas últimas décadas.
Com mais integração e eficiência policial, e o envolvimento ativo do Poder Judiciário, do Ministério Público e de outras instituições, essa evolução foi não só possível, como passou a ser uma questão civilizatória para o Espírito Santo. Os bons resultados se sucedem ano a ano, não por acaso. 
O número de mortes por ano ainda é alto quando comparado às estatísticas internacionais, as autoridades não podem relaxar. Mas da forma consistente que esse enfrentamento é feito, cada novo recorde pode e deve ser celebrado, servindo de razão para a manutenção do trabalho.
A redução da violência acompanhou o crescimento econômico e o desenvolvimento social no Espírito Santo nesses últimos anos. E isso também não é por acaso.
O custo da violência e da insegurança para a economia no Brasil foi quantificado em um estudo conduzido pelo Fundo Monetário Internacional (FMI): o país deixa de crescer 0,6 ponto percentual do PIB com a instabilidade social. Da produtividade dos trabalhadores aos investimentos, públicos ou privados, o bem-estar social e econômico é afetado. 
O Espírito Santo é um exemplo de que é possível começar a virar esse jogo. 

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