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Opinião da Gazeta

Segurança pública no país: desafio é fazer política sem politização

O que se espera é que não seja mais uma CPI que termina do mesmo jeito que começou. É uma mobilização parlamentar que tem a obrigação de trazer resultados efetivos

Publicado em 07 de Novembro de 2025 às 01:01

Públicado em 

07 nov 2025 às 01:01

Colunista

Megaoperação no Rio
Megaoperação no Rio Crédito: EGBERTO RAS/Agencia Enquadrar/Folhapress
Todo mundo tem um posicionamento, e em episódios de tamanha repercussão como a megaoperação que deixou 121 mortos no Rio de Janeiro as opiniões costumam se avolumar no debate público a ponto de produzirem excesso de ruído. Ainda mais quando as pesquisas mostram que a segurança pública é a maior preocupação do brasileiro, esquentando o tema na corrida eleitoral que se aproxima.
Com a CPI do Crime Organizado instalada no Senado, com presidência do senador Fabiano Contarato (PT), haverá um palco armado que não pode ser usado para a politização do problema, o que não vai produzir avanço algum para o país. Não há tempo para "mais do mesmo". 
O que se espera é que não seja mais uma CPI que termina do mesmo jeito que começou. É uma mobilização parlamentar que tem a obrigação de trazer resultados efetivos para um problema muito maior do que o tráfico de drogas. O que se almeja no país é a desarticulação do crime organizado. 
Para tanto, a política é essencial, no sentindo de formar consensos em prol do bem comum. É hora de encontrar respostas e resolver impasses. E isso vale para Brasília e vale também  para o Espírito Santo. Já repetimos algumas vezes que o Estado não pode se tornar o Rio de Janeiro.
A cada novo tiroteio em áreas dominadas pelo tráfico, como os episódios recentes em Vila Velha e na Serra, fica ainda mais sinalizado que as autoridades não podem se descuidar da segurança pública. E está cada vez mais evidente que não se soluciona o problema da violência local sem uma mobilização nacional, diante das conexões do crime pelo país. Repressão sozinha não produz resultados consistentes sem modulações legislativas e união de esforços para desmobilizar financeiramente organizações criminosas. 
O crime organizado é o inimigo comum da maioria esmagadora dos brasileiros. A política, com envolvimento de corpo e alma dos Três Poderes, é o instrumento com o qual a sociedade pode escolher as melhores estratégias para contê-lo. A politização do problema, por outro lado, é sinônimo de impasse. É andar, andar e não sair do lugar. Não há mais tempo a perder.

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