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Centro cultural

Mercado da Capixaba será reformado e reabrirá como atrativo turístico

Além da melhoria estrutural, está prevista a criação de rua exclusiva para pedestres

Publicado em 09 de Março de 2019 às 21:37

Publicado em 

09 mar 2019 às 21:37
Mercado da Capixaba, Vitória Crédito: Patrícia Scalzer
Ícone do Centro de Vitória, atualmente interditado pela Defesa Civil e pelo Corpo de Bombeiros, o Mercado da Capixaba passará por obras de restauração para reabertura como atrativo turístico na forma de centro cultural e gastronômico da capital do Espírito Santo. Além da melhoria estrutural, está prevista a criação de rua exclusiva para pedestres, o que promete conferir charme e melhorar a acessibilidade do local.
A proposta da Prefeitura de Vitória, de acordo com a Secretaria de Desenvolvimento da Cidade (Sedec), é a de trazer estabelecimentos gerenciados pela iniciativa privada, voltados em especial à gastronomia local, de modo a ressaltar o que a cultura capixaba tem de melhor e a movimentar a região do centro do município, que ainda conta com zonas pouco visitadas. 
Além das obras já concluídas, como nos casos da Fafi e do Sesc Glória, e dos monumentos que são destinos certos para o turista, como é o Palácio Anchieta, a cidade contará com mais um ponto de destaque após a conclusão do projeto.
SITUAÇÃO ATUAL
Com a interdição e consequentemente sem autorização de funcionamento, os comerciantes do mercado tiveram contratos encerrados, sem renovação. Apesar disso, a prefeitura já procura definir parcerias para atuação no espaço. A previsão é de que até o final de 2019 seja contratada empresa habilitada a reformar a fachada e dar início à concretização do projeto.
BREVE HISTÓRICO
Sob o governo de Florentino Avidos, a inauguração do edifício se deu em novembro de 1926. Com amplo pátio que conta com quatro acessos, o prédio tem formato de um trapézio e marcações em relevo na fachada.
Com a construção do Mercado da Vila Rubim, na década de 1960, o Mercado da Capixaba foi mudando de finalidade. Em 1996, foi executada reforma para que passasse a funcionar a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo no local e, mais recentemente, em 2002, houve um incêndio na edificação.
A importância da revitalização remete ao resgate de um marco cultural e da própria identidade do Espírito Santo, que acabará por gerar empregos, renda e opções de lazer para os capixabas.  
 

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