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Planos para a Cultura

Serra planeja construir teatro no campus do Ifes, em Manguinhos

Em conversa com o Divirta-se, de A Gazeta, o prefeito Sérgio Vidigal também destacou que pretende voltar com a Lei Chico Prego, além dos projetos de um museu na Igreja de Reis Magos e a ampliação das obras do Centro Histórico de Queimado

Publicado em 01 de Fevereiro de 2021 às 19:07

Gustavo Cheluje

Publicado em 

01 fev 2021 às 19:07
Com orçamento de R$ 6,7 milhões e com construção prevista para o Campus do Ifes, a Serra deve ganhar o seu primeiro teatro em breve
Com orçamento de R$ 6,7 milhões e com construção prevista para o Campus do Ifes, a Serra deve ganhar o seu primeiro teatro em breve Crédito: Reprodução/Google Street View
Única cidade da Grande Vitória a não contar com um teatro municipal, a Serra, em breve, deve ganhar um tablado para chamar de seu. Em conversa com o Divirta-se, de A Gazeta, para detalhar os planos para a cultura em 2021, o prefeito Sérgio Vidigal (PDT) afirmou ter um projeto para a construção de um anfiteatro no Campus do Ifes, em Manguinhos.
"Pensamos em construir em uma área de 150 mil metros quadrados. O projeto prevê um teatro de 600 lugares, com uma área reservada para exposições. O orçamento é de R$ 6,7 milhões, que viria do governo federal por meio de uma emenda parlamentar que criei como deputado federal. Agora, como prefeito, vou conversar com a bancada capixaba em Brasília para tentar aprová-la", adianta.   
Vidigal revela um projeto que pretende tocar até o final de 2021, mas a ideia só seguirá em frente, de acordo com o prefeito, se contar com o apoio da iniciativa privada. 
"Queremos criar o Memorial Metropolitano, que seria construído em Laranjeiras, em uma área próxima à rotatória do Hospital Dório Silva. Temos um projeto assinado por Oscar Niemeyer. Seria a única obra do arquiteto no Espírito Santo."
Com projeto lançado desde 2012, e com valor preliminar estimado de R$ 70 milhões, o espaço contará com teatro, mirante, memorial, museu do trabalho, biblioteca, arquivo público municipal, auditório e espaço comercial, com acessibilidade e espaços para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, além de sistemas de ar-condicionado central, captação e reaproveitamento de águas pluviais e aquecimento solar. Pela planta, o acesso ao Memorial seria pelo subsolo.

QUEIMADO

Complemente restaurada e com 171 anos de história, a Igreja de Queimado, na Serra Sede, também está no radar do município, cuja pasta da cultura ficará agregada à Secretaria de Cultura, Turismo, Esporte e Lazer, que conta com gerenciamento de Thiago Carneiro, também vice-prefeito. 
Ruínas da igreja de São José do Queimado, em Serra Sede
Ruínas da igreja de São José do Queimado, em Serra Sede Crédito: Luciney Araújo
Uma segunda fase das obras já está em estudo no Centro Histórico de Queimado, mas precisamente em uma área próxima ao cemitério que fica atrás do santuário. A ideia é construir banheiros, lanchonetes e salas de apoio para visitação, uma estrutura confortável para os turistas que forem até o local. Inicialmente, as obras estavam orçadas em R$ 3 milhões na gestão de Audifax Barcelos (Rede)
"Vamos tentar captar recursos com o terceiro setor, sendo que a ampliação contará com participação efetiva do Conselho Municipal de Cultura. Queremos fazer parcerias com escolas, para que os estudantes conheçam a história e a cultura da Serra", explica.
Ainda pensando no caráter educacional, Sérgio Vidigal anunciou que também deve dar início a um projeto de construção de um museu em uma área próxima à Igreja dos Reis Magos, em Nova Almeida.   
Imagens do amanhecer em Nova Almeida, na Serra. Igreja dos Reis Magos
Imagens do amanhecer em Nova Almeida, na Serra. Igreja dos Reis Magos Crédito: Ricardo Medeiros
"Temos um projeto orçado em R$ 4 milhões, que servirá para revitalizar a área antiga, próximo da igreja. Queremos construir uma lanchonete e espaços para apresentações culturais. Vou encaminhá-lo à Secretaria de Cultura do Ministério do Turismo, na tentativa de conseguir apoio para desenvolvê-lo."

INCENTIVO À CULTURA

Fora dos holofotes culturais desde 2016, a Lei Chico Prego, criada em 1999, na gestão de Sérgio Vidigal, deve ganhar uma reestruturação até o final do ano.
"Queremos a volta da lei, especialmente pelo momento difícil por que passa a classe cultural da Serra, por conta da pandemia. Devemos fazer uma série de reuniões com artistas do município e com o Conselho Municipal de Cultura. A ideia é fazer uma reformulação, dando mais ênfase à aprovação de projetos de moradores da Serra", complementa. 

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