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A Gazeta conhece e mostra como é a nova ciclovia até Ponte da Madalena

A região já era procurada antes das obras por ciclistas e corredores em Vila Velha. Mas agora, com uma estrutura própria, virou uma área "queridinha" de moradores da cidade

Publicado em 01 de Junho de 2025 às 14:23

Redação de A Gazeta

Publicado em 

01 jun 2025 às 14:23
Uma reforma promovida entre a Praia de Itaparica e a Barra do Jucu, em Vila Velha, mudou a cara da região e passou a oferecer um novo ambiente para o turismo e também para a prática de exercício físico. A região já era procurada antes das obras por ciclistas e corredores. Mas agora, com uma estrutura própria, virou uma área "queridinha" de moradores da cidade.
São três quilômetros de ciclovia, entre o acesso ao Parque de Jacarenema e a Ponte da Madalena, a grande atração da nossa jornada. Os repórteres Alberto Borém e Fernando Madeira utilizaram uma bicicleta de aluguel, oferecida por uma empresa privada. A nova ciclovia não tem qualquer elevação e oferece um trajeto seguro, inclusive para crianças e idosos.
A nova Ponte da Madalena, na Barra do Jucu, foi reaberta ao público em janeiro deste ano. O investimento na estrutura, que havia desabado em 2017, foi de R$ 11.183.547,02.
Uma das novidades da Ponte da Madalena é o Memorial do Congo, homenagem a uma das mais importantes manifestações culturais capixabas. Idealizado pelo carnavalesco Petterson Alves, o monumento celebra a memória de mestre Alcides, mestre Honório e todos os conguistas que preservam essa tradição no Espírito Santo.
A estrutura, composta por casacas de 6 e 7 metros de altura e tambores de 1,3 metro, exibe cores que remetem às raízes culturais e à ancestralidade dos povos originários e africanos. O verde representa a Banda de Congo Jacarenema, o azul faz alusão ao legado de mestre Honório e às raízes da Barra do Jucu, enquanto o amarelo e o vermelho homenageiam mestre Alcides.
Construída em 1896, inicialmente com vigas de madeira, a Ponte da Madalena desabou no dia 3 de dezembro de 2017 devido às fortes chuvas que atingiram o Espírito Santo. Na época, o nível do Rio Jucu aumentou e provocou uma correnteza, que destruiu a estrutura.
O nome da ponte foi dado em homenagem à Banda de Congo da Barra do Jucu, famosa pela música “Madalena do Jucu”, cantada por Martinho da Vila.

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