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Prejuízo

Afundamento de solo que danificou imóveis é investigado em Rio Novo do Sul

Casas e teatro municipal sofreram rachaduras; suspeita é de que construção de poços artesianos pode ser a causa

Publicado em 17 de Setembro de 2025 às 18:56

Carol Leal

Publicado em 

17 set 2025 às 18:56
Rachaduras
Afundamento do solo causou rachaduras em imóveis em Rio Novo do Sul Crédito: Divulgação/Assembleia Legislativa do Espírito Santo
Um afundamento de solo afeta a estrutura de casas e do Teatro Municipal Ivo Mameri, no Centro de Rio Novo do Sul, na Região Sul do Espírito Santo. A situação foi divulgada pela Assembleia Legislativa do Espírito Santo (Ales) na segunda-feira (15). Segundo a Prefeitura Municipal, o Corpo de Bombeiros e a Comissão de Infraestrutura da Ales foram acionados para analisar os danos causados nos imóveis, e uma vistoria foi realizada na sexta-feira (12). 
De acordo com o deputado Alexandre Xambinho (Podemos), presidente da Comissão, o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA-ES) identificou perfurações de poços artesianos no local. Por conta disso, foi solicitado à Agência Estadual de Recursos Hídricos (Agerh) uma vistoria técnica para apurar se a causa do afundamento do solo está ligada aos poços. 
O representante explica que, caso a responsabilidade seja atribuída à construção desses poços, a empresa ou pessoa responsável pela construção será notificada e deverá adotar as medidas necessárias. A Defesa Civil também será acionada para as providências cabíveis.
Para comprovar qual foi a causa das rachaduras, será necessário realizar um estudo histórico das trincas e uma investigação técnica mais detalhada, que será conduzida por uma equipe do CREA-ES. A análise envolverá equipamentos de geofísica e também considerará outros fatores, como possíveis problemas em canais de drenagem pluvial, que podem gerar erosão interna, explicou Éder Carlos Moreira, membro do CREA-ES e professor da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES).
"É possível que a retirada de água do subsolo cause afundamento do terreno, mas isso não necessariamente ocorre apenas ao redor do poço. Além disso, alguns relatos indicam que algumas casas já apresentavam trincas antes da instalação do poço. Por isso, é necessário estudar o histórico das fissuras, antes e depois da perfuração, para entender melhor a situação", disse o representante do CREA-ES. Ele finaliza dizendo que uma nova fiscalização será realizada pelo órgão na próxima semana.
Procurada pela reportagem de A Gazeta, a Agência Estadual de Recursos Hídricos (Agerh) informou que enviou equipe técnica ao local nesta semana para verificar o caso. O relatório será elaborado após conclusão da vistoria e deve ser concluído até o final deste mês.

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