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Vila Velha

Ao som do congo, nova Ponte da Madalena é aberta ao público na Barra do Jucu

Para marcar a inauguração, foi realizado um um passeio ciclístico, que se iniciou no final do calçadão da Praia de Itaparica e passou pela nova ciclovia, também inaugurada neste sábado (18)

Publicado em 18 de Janeiro de 2025 às 11:40

Jaciele Simoura

Publicado em 

18 jan 2025 às 11:40
Quase oito anos após o desabamento, ocorrido em dezembro de 2017, a nova Ponte da Madalena, na Barra do Jucu, em Vila Velha, foi inaugurada e aberta ao público na manhã deste sábado (18). Muitas pessoas estiveram presentes para prestigiar a nova estrutura sobre o Rio Jucu e a ciclovia de 3km, também inaugurada.  Uma das grandes novidades da Ponte da Madalena é o Memorial do Congo, uma homenagem à mais importante manifestação cultural de Vila Velha.
Idealizado pelo carnavalesco Petterson Alves, o monumento celebra a memória de Mestre Alcides, Mestre Honório e todos os conguistas que preservam essa tradição genuína do Espírito Santo. Na inaguração, houve apresentação de bandas de congo.
A nova estrutura conta com uma via de acesso ao parque de Jacarenema, de 3 quilômetros, composta por uma ciclovia que conecta o balneário à Praia de Itaparica. O investimento foi de R$ 11.183.547,02.
Para marcar a inauguração, foi realizado um um passeio ciclístico, que se iniciou no final do calçadão da Praia de Itaparica e passou pela nova ciclovia.
O evento contou com as presenças de autoridades políticas como o governador Renato Casagrande e o prefeito de Vila Velha, Arnaldinho Borgo, entre outros. Em seu discurso, Casagrande reforçou que a Ponte da Madalena é simbólica e destacou ainda mais o município canela-verde. 
"Essa ponte coloca de novo a Barra Jucu integrada com Vila Velha. O que a obra traz é isso aqui, dignidade, esperança, é a pessoa saber que o trabalho feito muda a vida das pessoas. Isso gera emprego e renda", disse o governador. 
Já o prefeito de Vila Velha, Arnaldinho Borgo, em seu discurso para os presentes na inauguração, destacou o memorial do Congo. Além disso, explicou que os recursos para a obra veio do município, do governo e da iniciativa privada. 
"Hoje estamos entregando o memorial do Congo, é a história de Vila Velha, da Barra do Jucu, é uma singela homenagem para ficar gravada para todos que podem ter oportunidade de vir aqui e conhecer a história de quem lutou pela cultura local", ressaltou Arnaldinho Borgo. 

Ciclovia da vida até Guarapari

Em entrevista à repórter Any Cometti, da TV Gazeta, o governador Renato Casagrande afirmou que a Ciclovia da Vida, iniciada na Terceira Ponte, vai se estender até Setiba, em Guarapari, para incentivar a mobilidade e o turismo na Grande Vitória. 
"Agora estamos fazendo um trabalho de integração até Guarapari. Este trecho que estamos inaugurando hoje são 3 quilômetros a mais da Ciclovia da Vida. Repassamos recursos para a prefeitura para fazer de Ponta da Fruta até Interlagos e já estamos analisando a proposta de Interlagos até aqui na Ponte da Madalena, e a Secretaria de Mobilidade está preparando o projeto da divisa de Vila Velha com Guarapari. Então, a Ciclovia da Vida vai se estender no tempo, por etapas, até Guarapari", explicou Casagrande. 

Veja como ficou

Ponte caiu em 2017 

Construída em 1896, inicialmente com vigas de madeira, a Ponte da Madalena desabou no dia 3 de dezembro de 2017 devido às fortes chuvas que atingiram o Espírito Santo. Na época, o nível do Rio Jucu aumentou e provocou uma correnteza, que destruiu a estrutura.
Considerada uma importante atração turística em Vila Velha, a Ponte da Madalena era bastante frequentada por pescadores e ciclistas, além de ser a entrada para a Reserva Ecológica de Jacarenema pela Barra do Jucu.
O nome da ponte foi dado em homenagem à Banda de Congo da Barra do Jucu, famosa pela música “Madalena do Jucu”, do cantor Martinho da Vila.

Quem foi Madalena?

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