Embora a
Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) tenha dado autonomia para os municípios do
Espírito Santo avaliarem a realização ou não das festas de
réveillon, a orientação é para que as cidades capixabas não promovam eventos com grandes aglomerações neste fim de ano, principalmente quando não houver a possibilidade que controlar o acesso aos eventos.
“Para o réveillon, nossa recomendação é para que os municípios não façam grandes aglomerações. Essa é a recomendação. As grandes aglomerações geralmente acontecem nas praças e nas praias, onde você não consegue controlar quem está entrando, circulando. Se vai ter algum tipo de apresentação, que seja apresentação nos locais [que permitam controle de entrada].”
E complementou: “Hoje, se tem um show, como você faz: você exige a carteira de vacinação. Em alguns locais, nós até recomendamos que, nos eventos maiores, as pessoas levem o teste pelo menos com três dias de antecedência para poder ter a segurança de que nós não vamos ter transmissão do vírus. Nós só vamos ter mais liberdade mesmo quando as regiões chegarem em risco muito baixo.”
“A influenza também pode ser decorrente das aglomerações que voltaram acontecer, de forma até natural porque os municípios estão em risco baixo e a gente está vivendo um momento de mais liberdade. Mas parte das pessoas estão descuidando.”