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Deixou hospital

Empresário do ES agredido em briga por som alto tem alta: 'Eu o perdoo'

Gilson Lourenço Rosa, de 67 anos, estava internado desde domingo (22), quando foi agredido após pedir a um motorista para reduzir volume do som do carro em praia de Marataízes

Publicado em 26 de Dezembro de 2024 às 18:22

Beatriz Caliman

Publicado em 

26 dez 2024 às 18:22
Gilson Lourenço Rosa, de 67 anos, recebeu alta médica nesta quinta-feira (26)
Gilson Lourenço Rosa, de 67 anos, recebeu alta médica nesta quinta-feira (26) Crédito: Carlos Barros
O empresário do ramo de alimentos Gilson Lourenço Rosa, de 67 anos, de Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Espírito Santo, recebeu alta médica hospitalar nesta quinta-feira (26). Ele estava internado desde a tarde de domingo (22), quando foi agredido durante uma briga após pedir a um motorista para reduzir o volume do som automotivo em uma praia de Marataízes. O idoso divulgou que perdoa a atitude do agressor.
O caso aconteceu na Praia da Areia Preta e, após a confusão, o homem que o agrediu deixou o local sem prestar socorro. O empresário foi socorrido por amigos e levado a um hospital de Itapemirim. Depois, foi transferido para uma unidade particular em Cachoeiro de Itapemirim, onde permaneceu internado.
Em uma publicação em suas redes sociais na tarde desta quinta-feira (26), Gilson descreveu que sofreu três fraturas no ombro, costelas, hematomas e um trauma na cabeça. "Como Deus é Maravilhoso, recebi alta", iniciou o texto.
"Estou com três fraturas no ombro e costelas fraturadas. Barriga e braços com hematomas e um trauma na cabeça. Eu apenas pedi para abaixar o som do carro que estava extremamente alto. Só me lembro ter levado um soco na costela. Quando eu acordei no dia seguinte, estava no hospital todo machucado. Ele deveria, pelo menos, ter respeitado os meus 67 anos. Eu o perdoo. Certamente ele não tinha consciência do que estava fazendo", disse na publicação. Veja abaixo:
O caso não foi registrado pela Polícia Militar. Segundo a Polícia Civil, lesão corporal é um crime que depende da manifestação por parte da vítima para haver investigação. A corporação orientou que a vítima registre a ocorrência, podendo comparecer pessoalmente a uma delegacia ou realizar o registro por meio da Delegacia Online.

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