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Operação

Ex-diretor, servidor e advogada presos por atos de corrupção em presídio

As prisões foram efetuadas na manhã desta sexta-feira (9) em bairros de Vila Velha e da Serra.  Uma quarta pessoa foi alvo da operação, mas ela já estava detida

Publicado em 09 de Fevereiro de 2024 às 09:39

Vilmara Fernandes

Publicado em 

09 fev 2024 às 09:39
Três pessoas foram presas na manhã desta sexta-feira (9) por suspeita de corrupção em presídio do Estado. Entre os detidos estão um ex-diretor adjunto da Penitenciária de Segurança Máxima I, em Viana, uma advogada e um servidor. Há uma quarta pessoa envolvida no esquema criminoso, mas que já estava presa.
A Investigação foi conduzida pelo Grupo Especial de Trabalho em Execução Penal (Getep), do Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES), com o apoio da Polícia Penal. Os mandados foram cumpridos em Vila Velha e na Serra. Em um dos bairros foi realizada uma operação por se tratar de área de risco de conflitos.
As investigações apontam para um esquema criminoso de venda de postos de trabalho dentro da unidade prisional, denominado de “venda de camisas”, e outros benefícios a partir de um projeto social desenvolvido na unidade.
As informações são de que negociavam com os reeducandos do presídio vantagens financeiras para garantir postos de trabalho, ligações telefônicas e visitas. Os atos ocorriam há pelo menos três anos.
Atualização - Após a publicação da matéria, a Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) informou que a pessoa presa e que estava a frente do suposto esquema criminoso já não ocupa mais a função de diretor da Penitenciária de Segurança Máxima I, atuando no momento como policial penal. Ele fazia parte da direção e atuava como diretor-adjunto da unidade na época dos fatos.
Por nota, a Secretaria da Justiça (Sejus) e a Polícia Penal do Espírito Santo (PPES) informam que "colaboram com as investigações deflagradas pelo Ministério Público e ressaltam que não compactuam com atos ilícitos que comprometam a transparência e a boa gestão do sistema penitenciário capixaba".
O servidor investigado foi nomeado como diretor-adjunto da unidade prisional em abril de 2021 e exonerado do cargo em dezembro de 2022. Atualmente, exercia funções como policial penal na área de escolta prisional.

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