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Casa destruída

Família de Aracruz conta com a solidariedade para recomeçar após incêndio

No dia 14 de fevereiro, durante o carnaval, Marcilene, o marido Edson e o filho Gabriel, viram a residência deles ser consumida pelo fogo e perderam tudo. Ajuda e doações de inúmeras pessoas dão esperança neste difícil recomeço

Publicado em 22 de Fevereiro de 2021 às 13:00

Murilo Cuzzuol

Publicado em 

22 fev 2021 às 13:00
Aracruz
O antes e depois evidencia o que restou da casa com mais de meio século que pegou fogo, em Aracruz, no Norte do ES Crédito: Arquivo pessoal
Aos poucos, um recomeço. Oito dias após o incêndio que destruiu a residência em que moravam, a auxiliar de serviços gerais Marcilene Pianca Broetto, o marido Edson Vertuani Clemente, e o filho deles, Gabriel Broetto de Souza, vão se reerguendo e a solidariedade tem feito a diferença neste momento difícil pelo qual a família de Aracruz atravessa.
No dia 14 de fevereiro, durante o carnaval, a casa deles pegou fogo. Por ser construída em madeira, as chamas logo consumiram todo o imóvel e nada sobrou. Das roupas aos eletrodomésticos, tudo foi consumido no incêndio. Mas tão rápido a forma como a casa virou cinzas, foram também as doações, muitas delas de pessoas que  Marcilene e a família nem conhecem.
"Ganhamos uma geladeira de uma pessoa de Ibiraçu, um colchão de uma família aqui de Aracruz, além de muita roupa e calçado. Ajuda de gente que nem sabemos quem são, mas que estão fazendo a diferença para nós neste momento difícil", disse Marcilene, que após o incêndio está morando com a família na casa da mãe.

RECONSTRUÇÃO

Com o terreno já liberado pelos bombeiros, ela e a família já planejam o novo lar. Marcilene, Edson e Gabriel moravam na casinha de madeira há cerca de dez anos, mas o imóvel pertencia ao avô dela, Antônio Pianca, de quem ela cuidou por muitos anos.
"A residência era do meu avô e tinha mais de 50 anos de construída. Era bem simples e, depois que ele partiu, ficamos morando 'de favor', até por tudo que fiz quando cuidava dele. Tudo foi perdido e agora estamos vendo como faremos. Não sabemos ainda se construiremos no local ou em outra área. Está tudo muito recente", contou.
Ainda que indefinidos sobre o recomeço em uma nova casa, Marcilene e a família já contam com uma pequena quantia doada por moradores de Aracruz e também de outras cidades. A repercussão do incêndio fez com que muitas pessoas os procurassem. Outro fator importante foi a divulgação do perfil criado por familiares no intuito de arrecadar valores para a família.
"Isto também tem nos ajudado muito mesmo. Nós queremos recomeçar, mas construir é caro, estamos morando de favor para não ter de pagar aluguel e conseguir já economizar. A solidariedade das pessoas tem sido fundamental para minha família e sou muito grata a quem nos incentiva", finalizou a auxiliar de serviços gerais.

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