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Febre do Oropouche: o que é, transmissão, sintomas e tratamento

Ao todo, doze casos foram confirmados no Espírito Santo. Há quem nunca tenha ouvido falar da doença. Pensando nisso, A Gazeta resume tudo que você precisa saber

Publicado em 24 de Abril de 2024 às 17:14

Nayra Loureiro

Publicado em 

24 abr 2024 às 17:14
O mosquito-pólvora é o rtansmissor da febre do oropouche, que tem sintomas parecidos aos da dengue
O mosquito-pólvora é o transmissor da Febre do Oropouche, que tem sintomas parecidos aos da dengue Crédito: Divulgação
Os brasileiros foram surpreendidos com o aumento no número de casos de Febre do Oropouche, que quadruplicaram no país, em comparação com o ano passado. No Espírito Santo, a Secretaria de Saúde (Sesa) informou, nesta terça-feira (23), a circulação da doença no Estado. Ao todo, doze casos foram confirmados pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Espírito Santo (Lacen/ES). Há quem nunca tenha ouvido falar da doença. Pensando nisso, A Gazeta resume tudo que você precisa saber. Confira:

O que é 

  • A Febre do Oropouche é causada por um vírus, que dá nome à doença;
  • Esse vírus é transmitido aos seres humanos pela picada do mosquito Culicoides paraensis, conhecido como maruim ou mosquito-pólvora;
  • A presença do mosquito está geralmente associada há regiões com maior umidade e presença de matéria orgânica.  

Transmissão

  • A doença pode ser transmitida por meio de dois ciclos diferentes: o silvestre e o urbano;
  • No ciclo silvestre, animais como os macacos e bicho-preguiça são picados pelo mosquito e passam a hospedar o vírus;
  • No ciclo urbano, os humanos são picados e se tornam os hospedeiros;
  • Se o mosquito picar uma pessoa ou animal infectado, o vírus permanece no sangue do mosquito por alguns dias. Quando esse mosquito pica outra pessoa saudável, pode transmitir o vírus para ela.

Sintomas

  • Os sintomas da Febre do Oropouche são parecidos com os da dengue, chikungunya e febre amarela;
  • Pode-se destacar: dor de cabeça, dor muscular, dor nas articulações, náusea e diarreia;
  • Não há casos de morte associados a doença.

Tratamento

  • Não há tratamento específico para a doença
  • A recomendação é que os pacientes permaneçam em repouso, com tratamento dos sintomas e acompanhamento médico

Prevenção

  • Evitar áreas onde há muitos mosquitos, se possível;
  • Usar roupas que cubram a maior parte do corpo e aplique repelente nas áreas expostas da pele;
  • Manter a casa limpa, removendo possíveis criadouros de mosquitos, como água parada e folhas acumuladas.

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