Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

Após 11 dias

Fumaça ainda é vista de galpão logístico destruído pelo fogo em Viana

Bombeiros explicaram que a ocorrência se deve ao colapso da estrutura metálica, o que provoca a criação de brasas; corporação frisou que não existe reignição

Publicado em 18 de Fevereiro de 2026 às 16:49

Lucas Gaviorno

Publicado em 

18 fev 2026 às 16:49
Fumaça branca ainda é vista saindo de condomínio logístico que pegou fogo em Viana
Fumaça branca ainda é vista saindo de condomínio logístico que pegou fogo em Viana Crédito: Carlos Alberto Silva
Após 11 dias do início do incêndio que destruiu um condomínio logístico, localizado no bairro Canaã, em Viana, uma cortina de fumaça de coloração branca ainda é vista saindo das estruturas do espaço. O fotógrafo Carlos Alberto Silva, de A Gazeta, foi ao local e registrou a cena nesta quarta-feira (18). (Veja a galeria abaixo)
Segundo o Corpo de Bombeiros, a fumaça é causada pela estrutura metálica que está colapsada, criando brasas, e que aguarda a ação de uma empresa para retirar o material. Apesar disso, os militares informaram que não há reignição do incêndio e nem atuação no local. A corporação finalizou dizendo que realiza um monitoramento diário no espaço.
A reportagem tenta localizar a empresa que irá retirar a estrutura metálica do galpão, mas até a publicação desta matéria, não foi encontrada.

Relembre o caso

O fogo começou na manhã do dia 7 de fevereiro em uma das áreas do galpão — que media cerca de 30 mil metros quadrados — e se espalhou para outras unidades. O espaço funcionava havia cerca de dois anos dentro de um complexo logístico e recebia, em média, 3 mil pessoas por dia, entre funcionários e transporte.
Fumaça ainda é vista de galpão logístico destruído pelo fogo em Viana
Incêndio atinge galpão em centro de logístico de Viana
Imagens do incêndio que atingiu galpão em centro de logístico de Viana, no dia 7 de fevereiro Crédito: Marlon Justino
O Corpo de Bombeiros iniciou o levantamento de informações para perícia, e o laudo técnico com as possíveis causas pode levar cerca de 20 dias para ficar pronto.
O galpão era dividido por pelo menos cinco empresas. A maior parte do espaço era ocupada pelo Supermercados BH. Também atuavam no local a capixaba Ybera Group, do setor de cosméticos e a Anhanguera Ferramentas. As outras duas empresas ainda não foram identificadas pela reportagem. No espaço estavam estocados diversos tipos de produtos, como alimentos, cosméticos, ferramentas, equipamentos, maquinário pesado e produtos farmacêuticos.
Segundo o responsável por uma das empresas que faz a intermediação de locação no armazém, o prejuízo pode chegar a cerca de R$ 1 bilhão. A estimativa é de aproximadamente R$ 100 milhões em danos estruturais e cerca de R$ 800 milhões em mercadorias.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Juninho do Mandela participou de ataque a uma delegacia no Rio em 2012
Comando Vermelho: chefe do tráfico no Rio é preso em Guarapari
Imagem de destaque
Tiradentes: 5 filmes para entender a Inconfidência Mineira e sua importância histórica
Mais de 100 kg de maconha são apreendidos pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) nesta terça-feira (21)
Casal é detido com mais de 100 kg de maconha na BR 101, em Guarapari

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados