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Entenda

Greve no ES não inclui motoristas de ônibus do Sistema Transcol

Paralisação foi convocada pelo Sindirodoviários, que também representa motoristas de ônibus, mas apenas para os profissionais que conduzem veículos que transportam combustíveis

Publicado em 31 de Julho de 2023 às 07:23

Vinicius Zagoto

Publicado em 

31 jul 2023 às 07:23
Garagem da Viação Metropolitana, onde foram apresentados os novos ônibus do Sistema Transcol, localizada em vila Velha
Garagem da Viação Metropolitana com ônibus do Sistema Transcol Crédito: Fernando Madeira
greve dos tanqueiros, iniciada nesta segunda-feira (31), não inclui o Sistema Transcol e o transporte público na Grande Vitória ocorre normalmente. A paralisação foi convocada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários no Estado do Espírito Santo (Sindirodoviários), que também representa motoristas de ônibus, mas o ato envolve somente os profissionais que conduzem veículos que transportam combustíveis. 
A reportagem de A Gazeta procurou a Secretaria de Mobilidade Urbana (Semobi) e o Sindicato das Empresas de Transporte Metropolitano da Grande Vitória (GVBus) para saber se indiretamente a manifestação pode afetar o transporte público caso, durante a semana, a greve dos tanqueiros continue e haja falta de combustível, mas ainda não recebeu nenhum retorno dos órgãos em relação a esse questionamento.

Greve dos tanqueiros 

Os tanqueiros, profissionais do setor de transporte de combustíveis, iniciaram uma greve na madrugada desta segunda-feira (31) no Espírito Santo. O edital de convocação para o ato foi publicado na última sexta-feira (26) pelo Sindicato dos Rodoviários (Sindirodoviários).
Nesta segunda-feira (31), os motoristas se reúnem na portaria da Vale, na Serra. No vídeo enviado pelo Sindirodoviários é possível ver várias carretas de combustível paradas no local.
O texto do edital destaca que não houve acordo entre a categoria e a classe patronal em relação a negociações trabalhistas e salariais.
Estão convocados para a greve todos os motoristas de empresas do setor de transporte de cargas líquidas, inflamáveis, gasosas, corrosivas, químicas e petroquímicas.
Em nota enviada à reportagem de A Gazeta, o Sindipostos informou que o setor acompanha o desenrolar da paralisação anunciada.
"Os postos, assim como a sociedade, são vítimas nesse processo e pouco tem a fazer. Esperamos que os 30% exigidos por Lei seja cumprido e que os manifestantes não bloqueiem a saída das bases para o abastecimento mínimo aos postos de combustíveis e à sociedade", manifestou o Sindipostos.
"Os postos em geral renovam seus estoques a cada dois dias. Sendo assim, se a greve durar mais do que isso pode impactar a normalidade do fornecimento de produto à sociedade."

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