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Diagnóstico e acompanhamento

Guarapari receberá R$ 648 mil para ampliar atendimento a pessoas com autismo

Centro especializado da cidade, que atende pessoas com deficiência auditiva, física e intelectual, usará o valor adicional para expandir seu suporte e oferecer mais vagas

Publicado em 21 de Setembro de 2025 às 13:26

Publicado em 

21 set 2025 às 13:26
Recursos extras vão focar na expansão do atendimento dos pacientes com autismo
Recursos extras vão focar na expansão do atendimento dos pacientes com autismo Crédito: Walterson Rosa/MS
O Centro Especializado em Reabilitação (CER) de Guarapari receberá um reforço de R$ 648 mil anuais para ampliar o atendimento a pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).
Esse investimento local faz parte de um plano nacional do Ministério da Saúde, que está destinando um total de R$ 72 milhões para fortalecer a rede de cuidados à pessoa com deficiência em 18 estados e no Distrito Federal. O objetivo é garantir que mais crianças e adultos com TEA tenham acesso a um serviço de qualidade.
O CER de Guarapari, que já atende pessoas com deficiência auditiva, física e intelectual, usará o valor adicional para expandir seu suporte e oferecer mais vagas e um acompanhamento mais completo à comunidade.

O que o investimento significa na prática?

O montante total, de R$ 72 milhões, será usado para:
  • Construir 23 novos Centros Especializados em Reabilitação (CERs) em várias cidades do país, unidades que oferecem diagnóstico e tratamento completos.
  • Reforçar em 20% o custeio de outros 33 CERs que já estão funcionando.
  • Habilitar 15 novos veículos para o transporte de pacientes, facilitando o acesso aos centros.
"Pela primeira vez, o Ministério da Saúde estabelece uma linha de cuidado específica para o Transtorno do Espectro Autista. Essa linha de cuidado tem como foco, talvez a medida mais importante, o esforço para o diagnóstico e o início das intervenções o mais cedo possível", destacou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Nova linha de cuidado focada no diagnóstico precoce

Além do investimento, o Ministério da Saúde lançou uma nova diretriz para o cuidado do TEA, que prevê que profissionais de saúde da atenção primária façam o rastreio de sinais de autismo em crianças de 16 a 30 meses de idade. A meta é começar o acompanhamento e as terapias antes mesmo do diagnóstico final. Essa atuação antecipada é crucial para garantir mais autonomia e interação social no futuro.
Com a estimativa de que 1,2% da população brasileira viva com TEA, a iniciativa reforça a importância de um olhar mais atento e integrado, unindo a atenção primária e os serviços especializados para dar a melhor assistência possível.
Com informações do Ministério da Saúde

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