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Equipes do Iema e também dos bombeiros trabalham diariamente no combate ao fogo desde o início do incêndio Vitor Jubini
40% da área queimada

Iema e Bombeiros tentam apagar fogo pelo 12° dia no Parque Paulo César Vinha

Estimativa é que quase metade da área total tenha sido consumida pelo incêndio, que começou no dia 22 de setembro. Falta de chuva prejudica os trabalhos

Alberto Borém

Estagiário

abgoncalves@redegazeta.com.br

Publicado em 04 de Outubro de 2022 às 15:22

Publicado em

04 out 2022 às 15:22
Equipes do Iema e também dos bombeiros trabalham diariamente no combate ao fogo desde o início do incêndio Crédito: Vitor Jubini
O trabalho de combate ao incêndio no Parque Estadual Paulo César Vinha prossegue pelo 12º dia consecutivo em Guarapari. Equipes do Corpo de Bombeiros e servidores do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) atuam sobretudo na parte norte do parque, onde o incêndio persiste.
A estimativa do gerente do Iema, Rodolpho Torezani, é que 40% do parque estadual tenha sido consumido pelo incêndio, que começou na manhã do dia 22 de setembro. No dia seguinte, o fogo foi controlado, mas continuou exigindo trabalho das equipes.

600 hectares

É a parte já consumida pelo fogo. O parque tem extensão total de 1.500 hectares
Nesta terça-feira (4), o Iema detalhou que ainda há pontos de turfa na região norte do parque que emitem fumaça. Diariamente, o instituto monitora a área de vegetação queimada com o auxílio de um drone. As imagens servem para entender qual é parte demanda mais atenção, guiando o trabalho das equipes.
Incêndio no Parque Paulo César Vinha, em Guarapari
Incêndio no Parque Paulo César Vinha, em Guarapari, em registro nesta terça (4) Crédito: Marcelo Nascimento | Iema
A região que emite fumaça tem sido encharcada com a utilização de caminhão-pipa e água bombeada de pequenas lagoas do parque.
Incêndio no Parque Estadual Paulo César Vinha, em Guarapari
Equipe do Iema está no local desde o dia 22 de setembro Crédito: Vitor Jubini
Um obstáculo enfrentado pelas equipes do Iema e do Corpo de Bombeiros desde o dia em que o fogo começou a consumir o parque é a falta ou baixo volume de chuva. Apesar do registro de chuva em boa parte da Grande Vitória, quem trabalha para apagar o fogo relata que os dias não têm sido favoráveis para a extinção das chamas. Na madrugada desta terça (4), foram apenas 3 milímetros de chuva na região do parque.

IMAGENS DE SATÉLITE MOSTRAM DESTRUIÇÃO DO PARQUE

Imagens de satélite mostram como ficou a área cinco dias após o início da queima. As chamas se alastram pelo parque desde a última quinta-feira (22), quando os trabalhos de contenção pelos bombeiros foram iniciados.
As duas imagens foram captadas em um intervalo de um mês, com um mesmo satélite europeu. O especialista em inteligência de dados para a agricultura, Júlio Teixeira, fez a primeira imagem (à esquerda) no dia 28 de agosto, quando ainda não havia fogo no local. A segunda imagem (à direita) foi obtida nesta terça (27).

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