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Fogo no Paulo César Vinha foi extinto após 34 dias Vitor Jubini
37% de área queimada

Incêndio no Parque Paulo César Vinha é extinto após 34 dias, aponta Iema

O fogo que começou no dia 22 de setembro foi considerado extinto no dia 26 de outubro; as causas, entretanto, ainda são desconhecidas

Alberto Borém

Estagiário

abgoncalves@redegazeta.com.br

Publicado em 03 de Novembro de 2022 às 15:55

Publicado em

03 nov 2022 às 15:55
Fogo no Paulo César Vinha foi extinto após 34 dias
Por mais de um mês o fogo queimou no parque, destruindo cerca de 37% da área total Crédito: Vitor Jubini
incêndio no Parque Estadual Paulo César Vinha foi, enfim, extinto após 34 dias de destruição e 37% de área queimada. Segundo o Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) informou nesta quinta-feira (3), o fogo que começou no dia 22 de setembro foi considerado extinto no dia 26 de outubro. Levantamento do instituto aponta que esse foi o segundo maior incêndio da história do parque, atrás apenas de uma ocorrência em 2014.
De acordo com levantamento do Iema, o incêndio queimou 37% da área total do parque localizado em Guarapari. A estimativa inicial divulgada nos primeiros dias de incêndio apontava 40% de área queimada. A destruição de 37% equivale a 555 hectares. É como se coubessem 1.500 campos de futebol profissional dentro do parque e, em pouco mais de um mês, 555 fossem queimados.
Na área atingida pelo fogo, cerca de 90% ocorreu em vegetação de alagado e 10% na restinga. Quanto aos animais, segundo o Iema, foram encontrados alguns répteis pequenos mortos e um ouriço foi resgatado com as patas queimadas. O bicho está em tratamento no Centro de Triagem e Reabilitação de Animais Silvestres (Cetras), do Iema.
Fogo no Paulo César Vinha foi extinto após 34 dias
Iema e Corpo de Bombeiros trabalharam por mais de um mês no parque no combate ao fogo Crédito: Vitor Jubini
Desde o dia 22 de setembro, quando incêndio começou, A Gazeta acompanha a destruição, inclusive com imagens exclusivas do local, que mostravam o fogo consumindo a vegetação. No local, a reportagem ouviu dos combatentes que a falta de chuva prolongava o incêndio.
Imagens de satélite mostram como ficou a área cinco dias após o início da queima. As duas imagens foram captadas em um intervalo de um mês, com um mesmo satélite europeu.

Causa não identificada

Nos primeiros dias em que o incêndio começou a destruir o parque, o Corpo de Bombeiros informou que um laudo, emitido em até 40 dias, detalharia as causas. A reportagem de A Gazeta voltou a procurar a corporação nesta quinta-feira (3) para consultar o andamento da apuração.
Em nota, o Corpo de Bombeiros informou que a perícia que apura as causas do incêndio ainda está em andamento e não há detalhes que possam ser divulgados no momento.
Ainda de acordo com a corporação, devido à extensão da área afetada e a complexidade do acesso ao terreno, não há como estipular um prazo para a conclusão da mesma.

Reabertura ao público

Uma das primeiras medidas após o início do incêndio, foi o fechamento do Parque Estadual Paulo César Vinha para a visitação. Após o fogo consumir mais de 1/3 da área total, o Iema informou que o local tem previsão para ser reaberto no dia 12 de novembro.

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