Sair
Assine
Entrar

Entre para receber conteúdo exclusivo.
ou
Crie sua conta A Gazeta
Recuperar senha

Preencha o campo abaixo com seu email.

Eutrofização

Lagoa em Itapemirim é tomada por plantas; veja vídeo e entenda o fenômeno

Praticamente toda a superfície está coberta por espécies aquáticas que se multiplicam devido à presença em abundância de nutrientes proveniente de despejo de esgoto in natura e fertilizantes

Publicado em 25 de Setembro de 2025 às 15:56

Beatriz Caliman

Publicado em 

25 set 2025 às 15:56
A Lagoa do Guanandy, conhecida como Lagoa do Gomes, é um dos pontos turísticos de Itapemirim, no Sul do Espírito Santo. Mas, recentemente, o que chama a atenção no cartão-postal é a quantidade de plantas espalhadas pela água. Moradores e frequentadores pedem que seja realizada uma limpeza no local até o verão.
Com mais de cinco mil hectares, a lagoa é considerada patrimônio natural e turístico da cidade, mas a abundância de plantas aquáticas que se espalharam pela superfície afeta a paisagem e o lazer. O presidente da Associação de Moradores da região, Rodrigo Ferreira Benevides, afirma que a proliferação das algas ocorre o ano todo, segundo ele, devido à falta de limpeza adequada. “A prefeitura se comprometeu a limpar. Limparam um ponto, mas ainda há muita vegetação do outro lado”, explica.

O que está acontecendo?

O biólogo Hugo Matos alerta que o excesso de plantas pode indicar um processo de eutrofização — causado pela presença de matéria orgânica, como esgoto doméstico ou fertilizantes. “Esse processo de eutrofização, de floração, acontece pelo excesso de nutrientes que estão chegando nessa água. É um ambiente adequado para que esses indivíduos se multipliquem e cresçam, acabando por tomar conta da lâmina d’água, como foi observado. Geralmente, está vinculado a matéria orgânica, como esgoto doméstico ou fertilizantes”, explica.
O secretário Municipal de Meio Ambiente, Jean Paz, reconhece que o problema é antigo e afirma que há planejamento para enfrentá-lo no próximo ano. “Uma empresa especializada vai ser contratada para poder fazer a retirada e o controle dessas plantas aquáticas. Muitas vezes pensam que a planta pode trazer algum malefício, mas não é natural em ambientes aquáticos. O prejuízo é paisagístico, pois prejudica o espelho d’água e impede que as pessoas possam tomar banho”, destaca.
*Com informações da repórter da TV Gazeta Sul, Mariana Couto.

Este vídeo pode te interessar

Viu algum erro?
Fale com a redação
Informar erro!

Notou alguma informação incorreta no conteúdo de A Gazeta? Nos ajude a corrigir o mais rapido possível! Clique no botão ao lado e envie sua mensagem

Fale com a gente

Envie sua sugestão, comentário ou crítica diretamente aos editores de A Gazeta

A Gazeta integra o

Saiba mais

Recomendado para você

Imagem de destaque
'Meu nome está sujo em 5 bancos por causa de bets': a angústia de brasileiros em meio ao endividamento recorde
Imagem de destaque
Como Trump recuou e ganhou mais tempo para negociar acordo com o Irã
Imagem de destaque
Duas brasileiras, uma adolescente e uma idosa, estão entre baleados em ataque nas pirâmides do México

© 1996 - 2024 A Gazeta. Todos os direitos reservados