A filha do motociclista Marcio Greich, segundo a morrer em decorrência do grave acidente envolvendo dez motos e um caminhão-guincho na BR 101, em Aracruz, no Norte do Espírito Santo, no último domingo (26), postou, emocionada, sobre a morte do pai em rede social: “Me deixou fazendo o que mais gostava”, disse Luana Oliveira em seu perfil no Instagram. Ele estava em um grupo de 14 motocicletas que voltava de um encontro em Vila Velha para o Sul da Bahia. O outro motociclista do grupo, que morreu ainda no local da batida, era Caimon Silva.
Marcio Greich tinha o apelido de “Propaganda” no grupo de motociclistas do qual ele fazia parte. Ele chegou a ser socorrido para o Hospital Rio Doce, em Linhares, mas não resistiu aos ferimentos.
Outros dois motociclistas foram encaminhados para o mesmo hospital: um deles recebeu alta médica e o outro permanece internado, após passar por um procedimento cirúrgico. Este último, conforme apuração de A Gazeta, está atualmente em observação, na sala de estabilização, em estado estável, com lucidez e capacidade de conversar. Todos eles tiveram as motos carbonizadas após o acidente.
Das dez motos envolvidas na batida, quatro pegaram fogo – duas dos motociclistas que morreram e outras duas dos feridos. Outros seis motociclistas sofreram quedas, e dois deles foram socorridos por amigos para o Hospital Geral de Linhares (HGL). Quatro motociclistas que estavam com o grupo não se envolveram e puderam seguir viagem normalmente.
O motorista do caminhão não se feriu. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), informações iniciais indicam que o veículo teria perdido o controle, invadido a contramão e batido nas motos. Um dos motociclistas, Carlos Ferreira, que teve alta médica, relatou a mesma versão, em entrevista para a TV Gazeta. “O caminhão perdeu o controle e invadiu a contramão. Ele atingiu as motos que estavam na frente, as que estavam atrás estavam atentas. Eu perdi a minha moto, tive perda total”, afirmou.