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Em Castelo

Nova espécie de rã é descoberta em parque do Espírito Santo

O animal, batizado de Crossodactylodes alairi, recebeu o nome em homenagem a Alair Tedesco, um guarda que dedicou mais de 30 anos à proteção do Parque Estadual do Forno Grande

Publicado em 25 de Julho de 2025 às 10:07

Beatriz Caliman

Publicado em 

25 jul 2025 às 10:07
Nova espécie de rã exclusiva da Mata Atlântica é encontrada em Castelo
Nova espécie de rã exclusiva da Mata Atlântica foi encontrada em Castelo, no Sul do Estado Crédito: Divulgação| Iema
Um pesquisador da Universidade Estadual Paulista (Unesp) identificou uma nova espécie de rã, encontrada no Parque Estadual do Forno Grande, em Castelo, no Sul do Espírito Santo. A descoberta só foi possível após mais de uma década de estudos, envolvendo expedições de campo, análises e até sequenciamento de DNA.
A nova espécie foi batizada de Crossodactylodes alairi. Segundo o Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema), que administra o parque, o pesquisador responsável pela descoberta na unidade foi Marcus Thadeu Teixeira Santos. Ele destacou que foram necessárias diversas medições e comparações com outras espécies para confirmar a novidade, além do sequenciamento de 10 fragmentos gênicos.
“Realizei duas expedições de campo há mais de 10 anos. Precisei voltar ao local para obter uma amostragem melhor e entender um pouco mais sobre a história natural da rãzinha. Depois disso, iniciei a comparação com outras espécies, o que envolveu uma série de medições e análises morfológicas detalhadas”, disse o pesquisador.
A rã, de pequeno porte, vive em bromélias em áreas de floresta de altitude, consideradas “ilhas” frias e úmidas dentro da Mata Atlântica. O habitat isolado contribui para sua singularidade.
A nova rã recebeu o nome em homenagem a Alair Tedesco, guarda-parque que dedicou mais de 30 anos à proteção do Forno Grande e continua, mesmo aposentado, contribuindo com pesquisadores e visitantes.
O pesquisador ressaltou ainda que o parque abriga alta diversidade de flora e fauna, essencial para a preservação da biodiversidade regional. “Como restam poucos fragmentos bem preservados da Mata Atlântica, muitas espécies dependem de áreas como o Forno Grande para sobreviver. E a presença dessas espécies garante um ecossistema mais saudável, o que tem relação direta com o nosso bem-estar”, frisou Marcus Thadeu.

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