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Veja detalhes do projeto

Novas estações do Aquaviário: parada para dois barcos, mas sem banheiro

Previsão é que as novas estruturas fiquem prontas até 2027, a partir de um investimento de R$ 46 milhões do governo do Espírito Santo

Publicado em 20 de Agosto de 2025 às 11:54

Vinicius Zagoto

Publicado em 

20 ago 2025 às 11:54
As duas novas estações do Sistema Aquaviário, cuja licitação de construção foi divulgada nesta quarta-feira (20), terão alguns detalhes diferentes das já existentes na Grande Vitória. Entre as novidades está a possibilidade de as estruturas — que serão erguidas no píer do antigo Terminal Dom Bosco e em frente à Praça Pio XII — receberem dois barcos ao mesmo tempo. Mas o que não mudou foi a falta de banheiros, uma vez que o projeto do governo do Espírito Santo não prevê a instalação de sanitários nos novos terminais.
Um problema existente nas estações atuais é que os píeres só conseguem receber um barco por vez. Dessa forma, quando um está realizando embarque ou desembarque, o outro precisa ficar esperando no mar até poder atracar. É o que ocorre, principalmente, na linha Prainha (Vila Velha) x Praça do Papa (Vitória).
O projeto das novas estações obtido por A Gazeta mostra que, nas duas novas estações, foi proposta uma mudança no píer flutuante, que terá a capacidade para receber um barco de cada lado. Outra mudança na estrutura é que o piso não será de concreto como nos demais terminais e sim de madeira.
O interior dos terminais não deve ser muito diferente dos outros. A sala de espera contará com bancos metálicos, lixeiras e iluminação. E, assim como as estruturas já construídas, não deve contar com banheiros.
O custo estimado é de R$ 46 milhões. Pelo cronograma presente no projeto, a expectativa é que as obras fiquem prontas em até 18 meses após a escolha da empresa responsável pela construção. Assim, os novos terminais têm até 2027 para sair do papel. 
Em janeiro deste ano, a reportagem da TV Gazeta fez uma reportagem mostrando a falta de banheiro nas estações. Na época, a Companhia Estadual de Transportes Coletivos de Passageiros (Ceturb-ES) justificou que os estruturas foram construídas nos mesmos moldes que pontos de ônibus, por isso não contam com sanitários.

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