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Retorno presencial

Pais de alunos do ES vão poder escolher se mandam filhos para a escola

"Em alinhamento junto ao Ministério Público e à Defensoria Pública chegamos à conclusão de que é importante manter essas decisões no âmbito da família, dado o contexto epidemiológico", disse o secretário de Educação, Vitor de Angelo

Publicado em 28 de Janeiro de 2021 às 12:21

Isabella Arruda

Publicado em 

28 jan 2021 às 12:21
Educação, escola, ensino
Pais de alunos do ES poderão escolher se enviam filhos ao ensino presencial Crédito: Pixabay
Os pais de alunos do Espírito Santo poderão escolher se enviarão os filhos ao ensino presencial em 2021. A temática foi debatida em coletiva de imprensa realizada na manhã desta quinta-feira (28), em que estiveram presentes o secretário de Estado da Educação (Sedu), bem como os secretários da Educação da Grande Vitória e o presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime).
Questionado sobre o assunto, o secretário Vitor de Angelo (Sedu), afirmou que o direito de escolha sobre a ida dos alunos à escola, presencialmente, continua cabendo às famílias.
“Nas redes estaduais, no ano passado, cogitou-se diferente, falando-se em encerrar essa opção de escolha. Mas essa fala foi feita no ano passado, ainda em um contexto diferente da pandemia. Em alinhamento junto ao Ministério Público e à Defensoria Pública, chegamos à conclusão de que é importante manter essas decisões no âmbito da família, dado o contexto epidemiológico”, afirmou.
Ainda durante a entrevista coletiva, foi dito que o grupo com comorbidades não ficará sem atividades escolares, mas que serão, para estes casos, recomendadas as atividades remotas.

VACINAÇÃO DOS PROFESSORES

A respeito da imunização dos profissionais da educação, foi informado em coletiva que ainda não há uma data prevista para que ocorra, mas uma tendência de que esta vacinação ainda demore a acontecer. Apesar de não haver data marcada, existe o plano nacional de operacionalização da vacinação contra a Covid-19, que deverá ser seguido.
De acordo com Vitor de Angelo, o governo estadual tem tentado junto ao federal o diálogo sobre a importância de trazer professores para o início da fila de prioridades, no entanto, até o momento, não houve sucesso nos intentos. Até o momento, o que está definido é que os professores entram na quarta e última fase das prioridades estabelecidas.

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