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Operação Segurança Legal

PF flagra 10 empresas de segurança privada atuando de forma clandestina no ES

Estabelecimentos não possuíam autorização de funcionamento e, agora, não poderão mais exercer atividade de segurança privada, sob risco de configuração de crime

Publicado em 10 de Outubro de 2025 às 11:55

Felipe Sena

Publicado em 

10 out 2025 às 11:55
Polícia Federal vai contar com novos profissionais em breve
Operação da PF é realizada em todo país Crédito: Polícia Federal / Divulgação
Polícia Federal (PF) emitiu autos de encerramento da atividade de segurança privada contra dez empresas flagradas atuando de forma irregular no Espírito Santo. A ação faz parte da Operação Segurança Legal IX, deflagrada nesta quinta-feira (9) em todo o Brasil. Segundo a PF, os estabelecimentos não possuíam autorização de funcionamento e, agora, não poderão mais exercer esta atividade específica, sob risco de configuração de crime.
Conforme a PF, as empresas atuavam com vigilantes clandestinos e sem autorização para exercer a atividade de segurança privada. A corporação reforçou que apenas estabelecimentos autorizados pela Polícia Federal podem oferecer serviços de segurança privada e contratar profissionais, garantindo a legalidade e o controle sobre os trabalhadores que atuam na área.
No Espírito Santo, 12 policiais federais participaram da fiscalização, que teve como alvo estabelecimentos comerciais que não tiveram seus nomes nem o município onde atuavam divulgados. Em todo o Brasil, a operação mobilizou cerca de 590 agentes e ocorreu simultaneamente nas 27 capitais e em 96 unidades descentralizadas da corporação. Foram 565 estabelecimentos fiscalizados, como casas noturnas, comércios e condomínios.
Criada em 2017, a Operação Segurança Legal é realizada anualmente para coibir o funcionamento de empresas clandestinas no setor de segurança privada. Desde então, mais de 1,3 mil encerramentos de atividades irregulares já foram registrados em todo o país.
De acordo com a Polícia Federal, a contratação de segurança privada clandestina representa um grave risco à segurança pública. "Serviços dessa natureza colocam em perigo a integridade física das pessoas e o patrimônio dos contratantes, uma vez que os chamados “seguranças” não são submetidos ao controle da Polícia Federal, que é responsável por verificar antecedentes criminais, formação profissional e aptidão física e psicológica dos vigilantes", alertou a corporação.

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